Posts Tagged ‘Produção e Consumo Sustentável’

Elásticos feitos com pneu de bicicleta

janeiro 24th, 2012

Produtos sustentáveis fazem parte da mudança por melhores condições

Uma maneira de ser mais sustentável em suas ações diárias é optar por produtos sustentáveis e reciclados. Apesar de não resolverem os problemas ambientais, deixar de usar produtos nocivos é importante, principalmente para demonstrar para as empresas uma mudança de percepção por parte dos consumidores e cobrar mudanças de postura.

Um exemplo é esse elástico fabricado na Suíça, que utiliza câmaras de bicicleta usadas como matéria-prima. Pode parecer pequeno, mas o fato de tirar os pneus de circulação e dar a eles uma nova finalidade já é sustentável. 70 unidades do Plattfuss são vendidas por US$ 8.

Veja mais informações sobre o produto aqui e aqui.

Fonte: Atitude Sustentável

 

Projetos promovem sustentabilidade na África

dezembro 14th, 2011
Melhorando a mobilidade urbana e a saúde pública, inciativas sustentáveis ajudam no desenvolvimento de diversos locais do continente

No Zâmbia, a maior parte da população não tem emprego ou é alfabetizado. Para tentar mudar, pelo menos um pouco, esse quadro, uma empresa se instalou no país e emprega 40 zangoleses – a Zambikes International.

Um dos trabalhadores mostra as peças da bicicleta, feitas em bambu (foto: divulgação).

A Zambikes International produz bicicletas utilizando o bambu, um material que não exige grande tratamento ou processo de industrialização. Os trabalhadores, além do emprego e do salário, organizam o treinamento dos funcionários e também o transporte, com utilização das bicicletas.

As bicicletas podem também ser adquiridas na Loja Virtual da Zambikes (em inglês).

Já o projeto PeePoo pretende melhorar a saúde pública das 2.6 bilhões de pessoas que não tem acesso a banheiros. Andres Wilhelmson, da Suíça, inventou uma pequena sacola biodegradável chamada PeePoo, com bactérias que neutralizam a urina. Assim, as pessoas poderiam usar a embalagem para armazenar seus excrementos e descartá-los sem correr o risco de infectar outras pessoas. Além disso, a proposta é que o material seja recolhido e, depois do tratamento necessário, seja usado como adubo.

Porém, para provar que a proposta é viável, foi criada a PeePeople, uma organização para colocar o projeto em ação. O financiamento de $2 milhões foi dado por uma entidade holandesa, o que permitiu que os saquinhos fossem distribuídos em Nairobi, no Quênia. A ação, que será realizada até 2013, será acompanhada de uma campanha que ensina e incentiva o uso dos PeePoos.

As embalagens são então responsáveis por não permitir a disseminação de micro-organismos responsáveis pela diarreia, uma das principais causas de morte de crianças de menos de cinco anos de idade.

 

Fonte: Atitude Sustentável

15 dicas para um consumo mais sustentável

junho 28th, 2011

Você já parou para pensar sobre os impactos ambientais que o seu padrão de consumo causa? As compras que fazemos – seja na feira, no supermercado ou no shopping center –, a maneira como produzimos nosso lixo, como usamos nossos eletrodomésticos, como consumimos água e energia ou até mesmo carne e produtos de madeira deixa marcas degradantes no meio ambiente. Atualmente, consumimos 20% a mais de recursos naturais do que o planeta é capaz de repor. Por isso, uma mudança de atitude é mais do que necessária e é bem mais simples do que você pode imaginar. Confira abaixo algumas dicas do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) para poupar o meio ambiente com pequenas alterações em nossos hábitos.

  1. Questione e avalie os seus hábitos de consumo antes de decidir pela compra de qualquer produto e procure consumir apenas o necessário.
  2. Informe-se sobre a origem e o destino de tudo que você consome. Optar por produtos feitos com métodos sustentáveis ajuda a cadeia produtiva a ser mais responsável e minimiza os impactos no meio ambiente.
  3. Antes de comprar um novo equipamento, verifique a etiqueta e escolha aquele que consome menos energia.
  4. Evite luzes ou equipamentos ligados quando não for necessário. Os aparelho em stand-by continuam consumindo energia.
  5. Cobre das empresas de eletroeletrônicos uma política de coleta, reciclagem e fabricação de produtos  com baixo consumo de energia.
  6. Reduza o tempo do banho. Você poupa água e ajuda a diminuir o consumo de energia. E não deixe de revisar suas torneiras! Uma torneira pingando a cada 5 segundos representa, em um dia, 20 litros de água desperdiçada.
  7. Solicite produtos orgânicos com certificação de origem de qualidade de gestão ambiental aos supermercados e fornecedores de materiais de limpeza.
  8. Substitua a lâmpadas incandescentes por lâmpadas econômicas. Elas geram a mesma luminosidade, duram mais e poupam 80% de energia.
  9. Ligue a máquina de lavar roupa apenas com a carga cheia. Você poupa água, energia, sabão e tempo.
  10. Utilize sacolas de pano ou caixas de papelão em vez de recorrer às sacolinhas plásticas.
  11. Ao comprar móveis, prefira madeira certificada. Assim você evita o desmatamento da Amazônia.
  12. Sempre que possível, reutilize produtos e embalagens.
Não compre outra vez o que você pode consertar, transformar e reutilizar. E, mesmo que não seja feita a coleta seletiva em seu bairro, separe o lixo reutilizável do orgânico e encaminhe para a reciclagem. Reciclar é uma maneira de contribuir para a economia dos recursos naturais, a redução da degradação ambiental e a geração de empregos.
  13. Diminua o uso de produtos de higiene e limpeza. Assim você reduz o nível de poluentes presentes na água e no tratamento do esgoto.
  14. Incentive a carona solidária e organize caronas com familiares, amigos, vizinhos e colegas de trabalho.
  15. Faça as contas: ir a pé, usar bicicleta, transporte coletivo ou táxi é mais barato e polui menos do que comprar um automóvel. Mas, se a compra de um carro for inevitável, consulte a Nota Verde do Proconve no site www.ibama.gov.br e a etiqueta de eficiência energética para escolher o modelo menos poluente. E não esqueça de manter em dia a manutenção do seu veículo. Faça inspeção veicular, não retire o catalisador, devolva a bateria e os pneus usados ao revendedor na hora da troca. Os pontos de venda são obrigados a aceitar e reciclar esses produtos.

Fonte: O EcoCidades

Brasil inicia processo para instalação da logística reversa

maio 24th, 2011

A partir do segundo semestre de 2012, o Brasil vai poder experimentar uma nova forma de lidar com o descarte de cinco grupos de resíduos, a partir de regras fixas determinadas pelo Governo Federal. É o início do processo para a instalação da logística reversa, o principal instrumento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Sua implementação vai garantir o aumento do percentual de reciclagem no Brasil. A lei definiu que na logística reversa, todos os fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e o cidadãos têm responsabilidade compartilhada na correta destinação do produto adquirido.

No dia 5 de maio foram instalados cinco grupos de trabalho para implementar este tipo de logística. As cadeias que farão parte deste primeiro grupo são: eletroeletrônicos; lâmpadas de vapores mercuriais, sódio e mista; embalagens em geral; embalagens e resíduos de óleos lubrificantes; e o descarte de medicamento.

Esses grupos de trabalho vão debater e definir quais os tipos de produtos de cada cadeia e os tipos de resíduos que serão submetidos à logística reversa. Estão convidados a participar destes grupos todos os envolvidos dentro da cadeia de responsabilidade compartilhada, como importadores, fabricantes, distribuidores, comerciantes, o Movimento Nacional de Catadores de Material Reciclável, representantes dos estados e dos municípios.

Num primeiro momento, a finalidade dos grupos de trabalho será a de definir essa modelagem, determinando, por exemplo, como será custeado todo o processo e quem vai arcar com ele. A segunda etapa será a elaboração de um estudo de viabilidade técnica-econômica para as cadeias e depois a definição de subsídios para elaboração de um edital onde o Governo Federal convoca um acordo setorial para cada uma das cadeias.

O processo começa com lançamento do edital e depois com realização dos acordos setoriais. Em seguida, o Governo Federal coloca as propostas definidas em consulta pública, quando e onde o cidadão terá oportunidade de opinar, de argumentar e dizer se concorda com os termos. O Governo então analisa a proposta e, estando de acordo com o edital, convoca as partes para ratificarem um acordo setorial. Um contrato é assinado, publicado e passa a valer para o País todo.

Em seu artigo 33, a lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, diz que são obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de agrotóxicos, seus resíduos e embalagens; pilhas e baterias; pneus; óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens; lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; e produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Dos que são obrigatórios pela PNRS a fazer logística reversa, quatro já o fazem. São eles: agrotóxicos; pilhas e baterias; pneus e óleos lubrificantes.

O Instituto IDEIAS, em parceria com o IEMA e o Sebrae irá realizar o VII Seminário Nacional e VI Workshop Estadual de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos com o objetivo de contribuir para a discussão da gestão adequada de resíduos sólidos

Fonte: MMA

Ipea mostra que consumo de energia da indústria é ineficiente

abril 20th, 2011

Alguns setores da indústria brasileira estão gastando cada vez mais energia para produzir a mesma quantidade de reais. A constatação foi feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e consta do estudo Sustentabilidade Ambiental no Brasil: Biodiversidade, Economia e Bem-Estar Humano, divulgado hoje. O relatório mostra que a indústria nacional anda no sentido oposto ao desejável, que é perseguido pela maioria das indústrias mundiais: produzir mais sem aumentar o consumo de energia.

- Alguns ramos do setor industrial, em especial ferro-gusa, minerais não metálicos, aço, papel celulose e, em menor intensidade, indústria química, estão gastando mais energia para produzir a mesma quantidade de reais. Ou seja, a intensidade energética deles tem aumentado, quando no mundo todo ela tem sido reduzida – disse o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea Gesmar Rosa Santos.

De acordo com o pesquisador, como o setor industrial demanda 35% da geração de energia nacional, “acabamos demandando mais energia, mais produção de energia e mais investimento em geração de energia, em vez de economizarmos e de termos uma maior eficiência energética”.

A solução, segundo ele, é investir em processos industriais, inovação tecnológica, substituição de equipamentos por modelos mais eficientes e, ainda, combinar isso com a oferta de produtos menos intensivos em energia. Esse tipo de preocupação, afirma Gesmar, já faz parte das grandes indústrias brasileiras mas, no geral, “a coisa ainda está no início” entre as demais. “A Confederação Nacional da Indústria (CNI) já se mostrou bastante interessada nessa questão, bem como a Eletrobras. Há também linhas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibilizando recursos para que as empresas façam essa modernização, para que economizem energia”, disse o pesquisador.

Fonte: Agência Brasil

Com guarda-chuva verde, não tem tempo ruim

abril 14th, 2011

Produto é feito de plástico reciclado, madeira e aço permeável

De um lado, o guarda-chuva. O objeto que, por mais que se tenha cuidado, raramente dura mais que duas temporadas de chuva. Do outro, o plástico, material que prejudica o meio ambiente em seu processo de fabricação e que demora anos para se decompor quando descartado. E se os dois fossem unidos, compondo um produto que protegesse das tempestades e fosse sustentável?

É isso que a marca americana Green Home está oferecendo com o seu guarda-chuva eco-friendly. Ele é feito de materiais reciclados e oferecido nas cores verde e preto. O cabo é constituído de 65% de madeira fragmentada – que se decompõe em duas ou três semanas – e o restante é feito de aço permeável, dispensando a utilização de plástico.

Para a cobertura de tecido, foi utilizada uma mistura de plástico reciclado triturado que, depois de ser derretida, forma a estrutura que protege dos pingos de chuva. O plástico é um material de baixo custo, altamente poluente, feito a partir do petróleo – combustível fóssil não-renovável responsável por grande parte da degradação ao meio ambiente.

O guarda-chuva é anunciado como um “produto de alta qualidade, seguro, não venenoso e que diminui a poluição do ar”, já que reduz o uso de petróleo em seu processo de produção. O único problema é o precinho, de fechar o tempo (US$ 32), o que deve impedir que o fabricante receba uma enxurrada de encomendas.

Fonte: Andrés Bruzzone Comunicação

Fabricante de bebida diz ter criado garrafa 100% reciclável

abril 7th, 2011

A fabricante americana de alimentos e bebidas PepsiCo anunciou ter criado a primeira garrafa plástica inteiramente feita a partir de materiais vegetais renováveis e 100% recicláveis.

A garrafa é composta de “materiais brutos biológicos”, informa a PepsiCo em um comunicado, citando a Panicum virgatum, uma gramínea encontrada principalmente em grandes planícies, cascas de coníferas e folhas de milho.

“Futuramente, o grupo quer (…) incluir cascas de laranja, maça, batata, aveia e outros produtos agrícolas derivados de atividades agroalimentares”, acrescenta o comunicado divulgado na terça-feira.

A garrafa, contudo, só chegará às mãos dos consumidores a partir de 2012, ano em que a empresa começa a realizar testes de produção.

Não é a primeira vez que a PepsiCo está envolvida na pesquisa de embalagens recicláveis. Ela já fabricou uma para batatas fritas, que teve de ser retirada do mercado americano porque os compradores do produto consideraram os pacotes muito barulhentos.

Para o projeto das garrafas, a PepsiCo garante que ela será igual à versão plástica clássica.

Na França, o grupo Danone anunciou neste mês que seu produto Actimel seria vendido naquele país em uma garrafa plástica composta por 95% de cana de açúcar, após ter introduzido plástico vegetal na elaboração de garrafas de água da marca Volvic.

Fonte: Folha Online

Confira 13 dicas para economizar seu combustível

abril 6th, 2011

Diminuir o ar-condicionado e não rodar com peso extra fazem a diferença

Como abolir o carro parece uma ideia pouco plausível no combate à poluição, diminuir o consumo de combustível é uma questão inevitável. Com isso, o motorista usa menos petróleo — combustível fóssil não-renovável e que polui os marese diminui as emissões de gás carbônico na atmosfera, hoje o centro do problema nas discussões sobre aquecimento global.

Confira abaixo 13 sugestões que ajudam a diminuir o uso de combustível. São recomendações simples, que não dão trabalho para ser implementada e que trazem benefícios para o planeta e também ao bolso de quem as pratica.

  1. Abasteça seu carro em postos de confiança. Assim, você diminui o risco de colocar gasolina ‘batizada’. A Agência Nacional de Petróleo tem uma lista de estabelecimentos autorizados
  2. Troque as marchas sempre que necessário
  3. Acelere sempre suavemente
  4. Calibre os pneus do carro toda semana conforme as especificações do manual do proprietário. Se você colocar 30% da pressão recomendada, a resistência à rodagem é maior, e os custos aumentam a longo prazo
  5. Suspensão desalinhada também é outro fator de aumento de consumo. Faça o alinhamento a cada 10 mil quilômetros, ou após passar por uma via esburacada
  6. Um filtro de ar entupido consome até 10% mais de combustível
  7. Faça as revisões no prazo devido
  8. Quanto estiver numa descida, não rode em ponto morto; o carro consome mais assim do que com a marcha engatada
  9. O ar-condicionado pode consumir até 25% mais do combustível do carro
  10. Dirigir com os vidros fechados pode diminuir o atrito do vento com o carro, o que faz gastar menos combustível
  11. Mantendo uma planilha com o consumo do seu veículo, você pode notar se o desempenho aumenta ou diminui
  12. Não circule com peso extra desnecessário (ferramentas não utilizadas, jornais, peças trocadas ou estepes velhos, acessórios de praia etc)
  13. Em vez de esquentar o motor de manhã, ligue e saia

Fonte: Andrés Bruzzone Comunicação

Acessórios da Urban Lace são feitos com câmaras de ar de bicicletas

janeiro 20th, 2011

A Urban Lace começou seus trabalhos em 2006, quando a Barbi Touron, criadora da marca, começou a criar a peça para amigos e familiares. A ideia surgiu quando a designer se deparou com o número de câmaras de ar que eram descartadas nos EUA por ano. Barbi começou a recolher o material (de graça) em oficinas e lojas locais e começou a fazer experiências de como o material poderia ser utilizado de outra maneira.

As peças são duráveis, flexíveis, impermeáveis e ecológicas. Os produtos são feitos artesanalmente, e cada peça é exclusiva.

“Nosso objetivo é fazer peças de alta qualidade, com informação de moda, ecológicas e que as pessoas vão amar usar. Nós queremos criar um design elegante pensando no planeta”, diz Barbi.

Veja mais informações aqui.

Fonte: Atitude Sustentável

Exercitando a cidadania. Oficina sobre Produção e Consumo Sustentável na ALES

novembro 4th, 2010

A importância da reflexão e discussão da produção e consumo sustentável será pauta de uma oficina de Estudos para contribuições ao Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis do Ministério do Meio Ambiente. A Oficina, que é uma realização do Governo do Estado por meio da SEAMA e IEMA, tem o Instituto IDEIAS como parceiro e acontecerá na Assembleia Legislativa do Espírito Santo. O principal objetivo é divulgar o Plano e colher as contribuições do Espírito Santo a respeito de Produção e Consumo Sustentáveis. Vale a pena participar! Exercite sua cidadania!

Data: 05 de novembro de 2010

Local: Assembléia Legislativa do Espírito Santo – Auditório Vip

Horário: 09 às 12 hs

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