Posts Tagged ‘PNRS’

Guardanapos Leal é exemplo em gerenciamento de resíduos sólidos

maio 16th, 2012

Segundo dados recentes do Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE), 13% dos resíduos urbanos são reciclados, mas o potencial é muito maior. Um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA), do governo federal, indica que o país perde anualmente R$ 8 bilhões por enterrar materiais recicláveis que poderiam voltar à produção industrial. Além dos aspectos econômicos, a reciclagem economiza recursos naturais, como a água, além proporcionar o uso racional de energia e menor emissão de gases do efeito estufa.

Fazendo parte da minoria com consciência ambiental, a Guardanapos Leal, mantém em funcionamento um completo programa de gerenciamento de resíduos e se lança à frente na luta contra um dos maiores problemas da atualidade.

Seguindo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), promulgada em agosto de 2010, que prevê que as próprias empresas façam a destinação adequada do lixo, a empresa paranaense faz com que muitos dos resíduos gerados em suas instalações se transformem em outros produtos, aumentando a vida útil e o ciclo de vida dos materiais.

O auditor ambiental, Luiz Fernando Perrone de Souza, explica que a maior parte dos resíduos gerados no dia a dia da empresa é destinada para alternativas de reciclagem e reutilização. “Vidros, lâmpadas, sucatas metálicas, óleo vegetal, papel, papelão e plástico são destinados à empresas especializadas em reciclagem. Já materiais como lodo (biológico e físico-químico), pilhas, baterias e sólidos contaminados, são destinados à aterros industriais e os cartuchos de impressão, bombonas plásticas e madeira, são reutilizados na própria empresa ou por seus fornecedores”.

Segundo o diretor da empresa, Hildebrando Tuca Reinert, além do programa de gerenciamento de resíduos, a Leal trata seus efluentes em estações de tratamento próprias e reutiliza 12 mil litros de água diariamente por meio da gestão de recursos hídricos. “Uma parte dos efluentes tratados são reutilizados e o restante é direcionado primeiramente para o açude existente na propriedade e, posteriormente, para a rede pública de coleta e tratamento de esgotos”, conta.


País terá sistema nacional de monitoramento de resíduos sólidos até 2013

janeiro 12th, 2012

Por Vinicius Konchinski

O governo federal está trabalhando na estruturação de um centro de monitoramento de resíduos gerados no país, que deve estar funcionando em 2013. A previsão foi feita nesta segunda-feira(24) pelo secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduki, ao participar de debate promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo.

Será o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Sinir) que, segundo Bonduki, reunirá, em uma única central, informações sobre todos os resíduos gerados no país. Ele explicou que alguns tipos de resíduos, como os hospitalares, já têm sua destinação monitorada e fiscalizada. O objetivo, agora, é fazer isso com todos os tipos de materiais.

O Sinir terá um papel fundamental para a fiscalização do cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada e regulamentada no ano passado. A lei prevê o fechamento de todos os lixões até 2014, o envio do lixo a aterros sanitários ambientalmente adequados e a criação de cadeias de recolhimento e reciclagem de materiais. Cidades, estados e setores produtivos que não respeitarem o determinado pela PNRS estarão sujeitos a punições. O Sinir será a base de dados usada para essa fiscalização.

Bonduki, para quem o sistema deverá funcionar em, no máximo, um ano e meio, será importante para o cumprimento de metas do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. “O sistema de informação e monitoramento será fundamental para que se regule o cumprimento das metas do plano nacional”. O plano está em fase final de elaboração e vai estabelecer metas sobre como as mudanças no tratamento do lixo terão de ser implementadas. A criação do plano estava prevista na PNRS e deve ser concretizada no primeiro trimestre do ano que vem.

O plano servirá como base para os programas estaduais e municipais de resíduos que também terão de ser formulados. O Ministério do Meio Ambiente publicou hoje edital oferecendo financiamento a estados e consórcios intermunicipais que estejam estruturando seu plano conforme determina a PNRS.

Bonduki disse que a PNRS é uma política ampla e que precisa do envolvimento de todos para que dê certo. Para ele, só com a participação de todas as esferas de governo, das empresas, dos catadores e toda sociedade o problema dos resíduos será equacionado.

O Brasil produz 180 mil toneladas de resíduos por dia – pouco menos de 1 quilo de resíduo por pessoa. Desse total, 58% são levados a um aterro sanitário, recebendo, assim, tratamento adequado. Já o restante, geralmente, é levado aos lixões.

Fonte: Agência Brasil

Frente Parlamentar Ambientalista do ES promove dia 26/10, dois seminários sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos

outubro 20th, 2011

A Frente Parlamentar Ambientalista do Estado do Espírito Santo, coordenada pelo Deputado Claudio Vereza, promove no dia 26 de outubro, dois seminários sobre a nova Política. Os seminários serão realizados em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, o  CEMPRE – Compromisso Empresarial para a Reciclagem, a ANAMMA – Associação Nacional de Órgãos Municípais de Meio Ambiente e a CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção.

Dia 26 de outubro de 2011 as 14h

Seminário “Política Nacional de Resíduos Sólidos – Desafios e Oportunidades”

Local: Plenário Dirceu Cardoso – Ass. Legislativa do Estado  Av. Américo Buaiz, 205 – Enseada do Suá.

Dia 26 de outubro de 2011 as 18h30

Seminário “A Política Nacional de Resíduos Sólidos e a Indústria da Construção”

Local: Salão de eventos do segundo andar do anexo da Assembléia.

Informações e inscrições gratuitas:

Dilcea – dilceadias13@hotmail.com - (27) 3382-3512

Rejane Pieratti – rejane.pieratti@gmail.com - (61) 8138-3000

 

PROGRAMAÇÃO

Parte 1: 14horas

Sessão Especial para debater sobre “A Política Nacional de Resíduos Sólidos – Desafios e Oportunidades”

Dia: 26 de outubro de 2011 – Horário: 14 horas

Local: Plenário Dirceu Cardoso – Assembleia Legislativa do Estado  – Av. Américo Buaiz, 205 – Enseada do Suá.

14h – Convidados(as) composição da  Mesa  Sessão Especial:   20 minutos

  • Frente Ambientalista Nacional – Deputado Federal Paulo Foletto
  • Frente Ambientalista Estadual – Claudio  Vereza
  • Mandato da Senadora Ana Rita –  Ana Rita Esgário
  • CEMPRE – Compromisso Empresarial para Reciclagem – André Vilhena – Diretor Executivo
  • ANAMMA- Associação Nacional de Órgãos Municípais de Meio Ambiente – Kátia Perobelli – Representante da ANAMMA RJ e Secretária de  Meio Ambiente de Mesquita RJ
  • Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos – SEAMA - Paulo Ruy Valim Carnelli
  • Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Vitória – Srª. Vera Vanda Jeanmonod Luz  (representando a secretária Sueli Passoni Tonini)
  • Sinduscon – Sindicato da Indústria da Construção Civil no Espírito Santo - Victor José Macedo – vice presidente de Meio Ambiente do Sinduscon-ES
  • Rede Estadual de Associação dos Catadores do ES – Leonora Mol
  • Abrecom – Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição – Gilberto Meirelles

Palestrantes:

  • 14h20 – CEMPRE – Compromisso Empresarial com a Reciclagem

Tema: Responsabilidade Socioambiental do Setor Privado na Política

Palestrante: André Vilhena – 20 minutos

  • 14h40 – ANAMMA  – Associação Nacional de Órgãos Municípais de Meio Ambiente

Tema: Coleta Seletiva enquanto Política Pública

Palestrante: Kátia Perobelli – Secretária de Meio Ambiente de Mesquita e presidente da ANAMMA – 20 minutos

  • 15h – SEAMA – Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos

Tema: PNRS – Desafios e Oportunidades no ES

Nome:  Secretário Paulo Ruy Valim Carnelli – 20 minutos

  • 15h20 – Rede Estadual das Associações de Catadores do ES

Tema: A Rede Estadual das Associações de Catadores e a PNRS

Nome: Leonora Mol – 15 minutos

  • 15h35 – Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Vitória

Tema: “A Política Nacional de Resíduos Sólidos – Desafios e Oportunidades” na Cidade de Vitória

Nome: Srª. Vera Vanda Jeanmonod Luz  (representando a Secretária Sueli Passoni Tonini) – 15 minutos

  • 15h50  às 17h – Debate – Aberto ao público

 

Parte 2: 18h30

Seminário “A Política Nacional de Resíduos Sólidos e a Indústria da Construção”

Dia: 26 de outubro de 2011 – Horário: 18h30

Local: Auditório 1 da Assembleia Legislativa – Av. Américo Buaiz, 205 – Enseada do Suá.

Mesa de Abertura: 20 minutos

  • Frente Ambientalista Nacional – Deputado Federal Paulo Foletto
  • Frente Ambientalista Estadual – Claudio  Vereza
  • Mandato da Senadora Ana Rita –  Ana Rita Esgário
  • CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção
  • ANAMMA – Kátia Perobelli – Representante da ANAMMA RJ e Secretária de Meio Ambiente de Mesquita RJ
  • Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos – SEAMA – Paulo Ruy Valim Carnelli
  • Secretaria Municipal Serviços Urbanos de Vitória -  Secretário Romário de Castro
  • Sinduscon – Sindicato da Indústria da Construção Civil no Espírito Santo – Victor José Macedo – vice presidente de Meio Ambiente do Sinduscon-ES
  • Rede Estadual de Associação dos Catadores do ES – Leonora Mol
  • Abrecom – Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição – Gilberto Meirelles

Palestras:

  • 18h50 -  Resultado da pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção – CBIC

Tema: As ações desenvolvidas pelas entidades/empresas do setor da construção.

  • Palestrante: – Victor José Macedo – vice presidente de Meio Ambiente do Sinduscon-ES – 15 minutos

  • 19h05 – IET – Informações e Técnicas em Construção Civil Ltda

Palestrante: Tarcisio de Paula Pinto  - 15 minutos

  • 19h20 – SINDUSCON – Sindicato da Indústria da Construção Civil no Espírito Santo – Construtora Lorenge SA

Tema: Gestão de Resíduos da Construção – Experiência do Sinduscon ES

Palestrante:  Víctor Teixeira   – 15 minutos

  • 19h35  – ABRECON – Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição

Tema: A atuação da Abrecon – Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição

Palestrante: Gilberto Meirelles – 15 minutos

  • 19h50 – Secretaria Estadual de Meio Ambiente

Tema: Política Nacional de Resíduos Sólidos e a Indústria da Construção no ES

Palestrante: Paulo Ruy Valim Carnelli  – 15 minutos

  • 20h05 – Secretaria de Meio Ambiente de Vitória

Tema: A Gestão de RCC – Resíduos da Construção Civil no Município de Vitória

Palestrante: Secretário Municipal de Serviços Urbanos  – Romário de Castro – 10 minutos

  • 20h20 – Soluções Socioeconômicas para a gestão de resíduos da Construção Civil  –

Ecoatitude –      Patrícia Mazoni  – Filme 7 minutos

  • 20h30 – Debate

Obsolescência programada: lâmpada incandescente sairá de cena

julho 4th, 2011

As lâmpadas incandescentes, responsáveis por uma luz amarela e incômoda aos olhos e que esquentam o ambiente, estão com os dias contados. O rendimento deste tipo de lâmpada é mínimo: apenas o equivalente a 5% da energia elétrica consumida é transformado em luz, e o resto é transformado em calor, o que gera grande desperdício e baixa eficiência. Na União Europeia, elas já não serão encontradas no mercado a partir do ano que vem. Por aqui sairão de cena até 2016, graças a uma portaria dos Ministérios de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia, e Indústria e Comércio, expedida em janeiro de 2011, visando diminuir o consumo de energia.

A portaria do governo oferece grandes vantagens aos consumidores que passarão a utilizar de 70 a 80% menos energia em iluminação, economizando na conta de energia elétrica. O país ganhará, já que estará economizando investimentos em geração e distribuição de energia.

Cerca de 80% da iluminação do país deverá sofrer alterações com a portaria, com a substituição de aproximadamente 300 milhões de lâmpadas. As fluorescentes compactas, as mais famosas substitutas, são cerca de cinco vezes mais eficientes e têm uma vida útil de três a dez vezes maior do que as incandescentes. Já as lâmpadas LED são cerca de 6,5 vezes mais eficientes, além de durarem de 25 a 50 vezes mais.

No entanto, os consumidores também terão mais custos com a saída das incandescentes. O preço de uma fluorescente compacta chega a ser cerca de seis vezes mais cara do que um modelo incandescente. Já as LED podem ser até nove vezes mais caras.

A lei de Resíduos Sólidos aprovada no congresso em 2010 determina que a indústria também é responsável por fazer a reciclagem ou o reaproveitamento quando a vida útil do produto tem fim. Mas o novo serviço prestado pelas empresas fabricantes de lâmpadas deverá encarecê-las ainda mais. A partir de 2016, a conta de luz do brasileiro deverá diminuir em função da iniciativa, mas as novas lâmpadas deverão ficar mais caras.

Fonte: Uai Meio Ambiente

Educação do consumidor é a chave para o sucesso da nova lei do lixo

fevereiro 9th, 2011

Sem a coleta seletiva de resíduos dentro de casa, a logística reversa – uma das principais determinações da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a recolher as embalagens recicláveis, depois de usados pelo consumidor final – não pode ser plena. Por isso, é fundamental levar a educação ambiental ao consumidor, para que ele possa contribuir, efetivamente, para o sucesso da PNRS, regulamentada em dezembro pelo ex-presidente Lula da Silva.

Essa foi a conclusão do debate que reuniu, na sede Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), na terça-feira (01/02), representantes dos governos (federal e municipal), da sociedade civil organizada, além de empresários, para discutir a implementação da nova lei.

Para Lisa Gunn, coordenadora executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a logística reversa representa uma mudança de paradigma para o consumidor. “Ela pressupõe a responsabilidade compartilhada e isso é tão claro que hoje o Idec não fala mais apenas dos direitos do consumidor, mas também de seus deveres e responsabilidades”, explica. “Por isso enxergamos que informar e educar o consumidor deve ser o primeiro passo a ser dado para o sucesso desta lei”.

É que para os responsáveis pela recolha dos resíduos façam seu trabalho, o consumidor final deve realizar a coleta seletiva dos materiais dentro de casa, separando e disponibilizando materiais recicláveis como eletroeletrônicos velhos e seus componentes, além de diversos tipos de embalagem.

“Sem essa participação dos cidadãos, pode ser que a lei perca seu efeito, afinal, a não geração, a redução, a reutilização dos resíduos recicláveis são etapas que antecedem a reciclagem e sua execução é da responsabilidade do consumidor”, explica Silvano Silvério da Costa, secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA). “E o governo não pode abrir mão de elucidar o cidadão sobre sua participação nesse processo, por isso, a nova lei prevê o acesso a esse tipo de informação em forma de campanhas”, disse.

Dráusio Barreto, secretário de Serviços do Município de São Paulo, enfatizou a opinião de Costa. “Em São Paulo, por exemplo, 10.400 toneladas de lixo de um total de 17.500 toneladas recolhidas diariamente, é domiciliar. Por isso, esse setor deve ser o foco da política que trata dos resíduos”.

Fonte: Instituto Akatu

Adeus aos lixões!

novembro 8th, 2010

Até 2015 o Brasil deverá substituir os lixões por aterros sanitários. Sancionada em agosto, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), ainda sem regulamentação, ainda terá grandes desafios pela frente.

Em uma apresentação realizada hoje (8), no seminário “Regulação e Gestão de Serviços Públicos de Manejo de Resíduos Sólidos: Aproveitamento Energético do Metano de Aterros Sanitários”, o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Silvano Silvério, listou como metas a gestão compartilhada, o prazo para substituição de lixões por aterros sanitários e a ampliação e melhoria da produtividade da coleta seletiva.

A lei prevê a responsabilidade compartilhada na gestão dos resíduos sólidos e proíbe a manutenção de lixões em todo o país. Estados e municípios terão até agosto de 2011 para elaboração de planos de gestão de resíduos. Até 2015 o Brasil terá que ter eliminado os lixões. Essencial será o esforço inicial, de forma a garantir a implementação dos aterros.  Isto porque, a lei dá quatro anos de prazo máximo para adequação de aterros e fim dos lixões. Sem dúvida, o governo deverá desempenhar um papel imprescindível durante esse processo, estimulando projetos compartilhados entre municípios e estados e iniciativas intermunicipais, que têm custo operacional reduzido, se comparados com projetos individuais. O secretário salientou que uma das medidas será a criação de autarquias municipais ou intermunicipais de gestão de resíduos.

Evitar que os aterros voltem a se transformar em lixões por falta de gestão também é uma das preocupações do governo. Entre as possibilidades para garantir a sustentabilidade financeira dos empreendimentos estão o aproveitamento do metano liberado pelo lixo para produção de energia e a criação de estímulos fiscais vinculados à manutenção dos projetos.  Até 2015, muito ainda precisa ser feito. O início é fundamental. Mãos à obra!!

Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes