Posts Tagged ‘Meio Ambiente’

Manual verde para levar no bolso (super aplicativos verdes para iPhone)

maio 15th, 2012

 

Dicas simples para mudar alguns hábitos cotidianos que a gente muitas vezes nem percebe, mas que o meio ambiente sente, e como. Essa é a proposta do aplicativo Manual de Etiqueta Sustentável Bilíngue (português e inglês), elaborado com conteúdo do Planeta Sustentável, projeto multiplataforma que mobiliza as revistas e sites da Editora Abril. O aplicativo gratuito reúne 50 práticas, de uso de água à consumo de energia e reciclagem. Além de compartilhar as dicas com os amigos – por email, pelo twitter ou pelo facebook –, o usuário pode medir sua própria performance, através de uma árvore que cresce a cada ação sustentável. Disponível na App Store.

Fonte: EXAME.com

Jovens de comunidades carentes participarão da Rio+20

maio 9th, 2012

A inclusão social é uma das marcas que o Comitê Nacional Organizador da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, pretende imprimir ao evento. O comitê vai convidar pelo menos 1.000 jovens de comunidades carentes do Rio para participar de diversos serviços durante o encontro, tanto no Centro de Convenções Riocentro, na zona oeste, local da agenda oficial, quanto nas áreas destinadas a eventos paralelos.

Segundo a coordenação de imprensa da Rio+20, os jovens receberão treinamento em meio ambiente, desenvolvimento sustentável e direitos humanos, além de temas específicos da conferência, como economia verde, erradicação da pobreza e governança global.

Embora não estejam definidas todas as tarefas que os grupos de jovens irão desempenhar na Rio+20, já está certo que eles ajudarão na informação ao público e na acessibilidade aos locais. Serão também um elo entre a organização da conferência e a sociedade. Poderão ainda trabalhar como voluntários, ajudando pessoas portadoras de deficiência na locomoção e acesso aos eventos.

O Comitê Nacional de Organização da Rio+20, o governo do estado e a prefeitura do Rio vão definir quem fará o treinamento da mão de obra e ajudará no planejamento dos serviços. Segundo a coordenação de imprensa, os organizadores estão abertos ao engajamento de entidades que queiram participar da promoção de inclusão social na Rio+20.

Fonte: Planeta Sustentável

Países defendem criação de agência ambiental das Nações Unidas, afirma diretor do Pnuma

abril 26th, 2012

Flávia Villela
Repórter de Agência Brasil

Rio de Janeiro – O diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner, defendeu , em um evento no Rio de Janeiro, que o meio ambiente ganhe peso e relevância similares a de outros temas dentro da Organização das Nações Unidas (ONU). Cerca de 140 países, segundo informou, já reivindicam a transformação do órgão em agência especializada da ONU.

O novo status significaria, de acordo com Steiner, orçamento mais robusto, maior representatividade dos países e maior poder de decisão política dentro das Nações Unidas.

“A maioria dos países deu sinal de que a criação de uma agência especializada para o meio ambiente é justificável e é por isso que acredito que essa discussão é legítima e séria. Por que não dar para a agenda ambiental a mesma autoridade de governança que é dada para as agências de  turismo, navegação, saúde e cultura, por exemplo?”

O diretor, no entanto, disse não acreditar que essa seja a única alternativa para o Pnuma, que hoje conta com um orçamento pequeno, cujo financiamento é voluntário (aproximadamente US$ 80 milhões), e com grupo reduzido de integrantes, 58 países.

Nesse sentido, preferiu não se posicionar a respeito da forma de fortalecimento do Pnuma, que será debatido na conferência das Nações Unidas Rio+20, marcada para junho na capital fluminense. “Esta é uma decisão política. É necessária uma ambiciosa reforma do Pnuma e acredito que, ao final da Rio+20,o mais importante será ter fortalecido a plataforma ambiental”.

Steiner participou de um debate nesta manhã com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, sobre governança ambiental no âmbito da Rio+20. Izabella Teixeira informou que o ministério não tem posição sobre de que forma o Pnuma deve ser fortalecido, mas que sua importância é indiscutível.

“Defendemos o fortalecimento da plataforma ambiental. Não há como avançar em uma agenda de desenvolvimento sustentável sem fortalecer o pilar ambiental”, declarou a ministra.

As agências especializadas da ONU têm estrutura de governança própria, enquanto o Pnuma está subordinado à Assembleia Geral da organização, sediada em Nova York. As decisões tomadas no Pnuma não têm poder de definir políticas próprias, que precisam ser aprovadas ou recusadas pela Assembleia Geral das Nações Unidas.

Com sede em Nairóbi, Quênia, o Pnuma tem cerca de 840 funcionários espalhados pelo mundo, entre biólogos, químicos e especialistas em meio ambiente e desenvolvimento sustentável que trabalham para a instituição, além de voluntários.

Edição: Davi Oliveira

Fonte: Agência Brasil

 

Indianos estão dispostos a pagar mais por produtos verdes

abril 11th, 2012
Segundo a pesquisa, os consumidores estão dispostos a gastar mais em serviços e produtos verdes. E querem que estes produtos estejam disponíveis e claramente marcados.


São Paulo – Um levantamento feito pela empresa norte-americana de pesquisas Penn Schoen Berland mostra que os consumidores indianos estão dispostos a pagar mais por produtos verdes, se estivessem prontamente disponíveis. Isso mostra que a população está preocupada com o estado do meio ambiente.

A sabedoria convencional diz que o indiano de classe média avalia os produtos baseados principalmente em seus preços, acima de qualquer atributo que influencia suas decisões de compra e é relativamente indiferente às preocupações ambientais. No entanto, este pensamento parece estar mudando.

Esta é a maior mensagem da última edição da avaliação feita em colaboração com a empresa de design Landor e a empresa de consultorias ambientais Esty Environmental Partners. Chamado de Image Power Green Brands Survey, a pesquisa mostra que os consumidores na Índia estão cada vez mais conscientes.

Os consumidores indianos estão dispostos a gastar mais em serviços e produtos verdes. E querem que estes produtos estejam disponíveis e claramente marcados.

Essas respostas são importantes, porque a pesquisa não se restringe à camada mais rica de consumidores indianos, a minoria que pode vir a ser relativamente progressista no seu processo decisório. Mais da metade – 52% dos 1.101 entrevistados na Índia ganhavam entre RS 1 lakh e Rs 5,3 lakh por ano (moeda indiana). Aqueles que ganham mais de Rs 5,3 lakh e até Rs 30 lakh – que pode ser qualificado como classe média alta e rica da Índia – compõem cerca de 1/3 dos participantes da pesquisa.

 

Fonte: EXAME.com

Brasil vai sediar comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente

março 19th, 2012

Da Agência Brasil

Brasília – O Brasil sediará as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, lembrado no dia 5 de junho. O tema deste ano será Economia Verde: Ela Te Inclui?

O anúncio foi feito em Nairobi (Quênia), onde a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, reuniu-se com o diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Achim Steiner.

As comemorações vão ocorrer três semanas antes de o Brasil sediar a Rio+20, encontro que vai discutir os progressos do desenvolvimento sustentável nos últimos 20 anos, além dos futuros desafios para o meio ambiente.

Há duas décadas, o Brasil sediou as comemorações pelo Dia Mundial do Meio Ambiente, durante a Cúpula da Terra.

Edição: Talita Cavalcante

Fonte: Agência Brasil

 

Desmatamento na Amazônia começa a ser contido

fevereiro 17th, 2012

O Brasil está vencendo a guerra contra o desmatamento da Amazônia. Pelo menos é isso que afirma Justin Rowlatt, um repórter britânico da BBC que acompanhou operações de agentes ambientais brasileiros na maior floresta tropical do mundo, e se convenceu da seriedade de preservar a natureza.

O jornalista inglês fez uma jornada por aquilo que é chamado de “arco do desmatamento” da Amazônia, uma gigantesca área cujo limite começa nas bordas do nordestino estado do Maranhão, passa pelo sul do Mato Grosso e abrange todos os estados da Região Norte, em maior ou menor escala. Anos de operações clandestinas foram destruindo boa parte da mata original nestas regiões.

Rowlatt acompanhou a equipe liderada por Evandro Selva, um agente ambiental do Ibama, durante uma atividade rotineira no território amazônico: descobrir quem está desmatando ilegalmente. Rowlatt descreve a odisseia desde o início: Evandro e os companheiros detectam, via satélite, árvores sendo retiradas de determinado ponto da floresta por algum motivo desconhecido.

Munidos de armas e roupas camufladas, os agentes imediatamente sobem a bordo de um helicóptero para averiguar o problema, e convidam o repórter a presenciar a missão. No ar, Rowlatt descreve a desolação que sentiu ao ver áreas gigantescas da floresta já castigadas pelo intenso desmatamento praticado por brasileiros e estrangeiros nas últimas décadas. Entre 1996 e 2005, a Amazônia perdeu anualmente 19.500 km², pouco menos que a área do estado do Sergipe.

Com agilidade militar, o helicóptero encontra o ponto em que um trator, paulatinamente, enche carretas de caminhões com troncos e mais troncos de árvore. O britânico descreve a rapidez com que o pouso na área acontece, mas a velocidade não é suficiente para pegar os contraventores em flagrante: todos fogem ao sentir a presença do Ibama nos céus da Amazônia.

“Eles vão voltar”, garante Evandro Selva, explicando que basta se esconder e esperar para que os praticantes do desmatamento tornem a agir. O helicóptero parte para outra tarefa de salvamento ambiental e deixa a equipe de Evandro sozinha, tocaiando a área. Depois de um bom tempo escondidos sob o sol escaldante, um resultado: eles observam um homem de camisa esfarrapada voltando sorrateiramente para o local do crime.

Imediatamente, a equipe do Ibama sai do mato, se faz reconhecer e rende o homem debaixo da mira de uma pistola. Um dos agentes dispara um tiro no ar, e outro criminoso aparece por detrás das árvores. No total, Evandro prendeu cinco homens, responsáveis por encher três caminhões com troncos de árvore até a carga máxima da carreta. Todos os veículos foram apreendidos. Era uma vitória contra o desmatamento.

Rowlatt se diz otimista quanto ao futuro da Amazônia. O Brasil se comprometeu, em 2004, a reduzir a destruição da Amazônia em 80%, até o ano de 2020. Esta também é a porcentagem de floresta que, segundo as observações de Rowlatt através do satélite, continua intocada mesmo depois de tudo que já foi devastado. Um indicativo, conforme acredita o jornalista, de que há esperança na conservação de um dos maiores recursos naturais da humanidade. [BBC]

Fonte: http://hypescience.com

 

Mudança climática pode tornar chocolate artigo de luxo

janeiro 27th, 2012

Um recente estudo, bancado pela Fundação Bill e Melinda Gates, mostra que a mudança climática global pode muito bem interferir na produção de chocolate, a ponto dessa guloseima tão acessível nos dias de hoje se tornar um artigo de luxo nas próximas décadas.

Segundo a conclusão do estudo, o aumento da temperatura em cerca de 2,3ºC, até 2050, faria a área de plantio de cacau na Costa do Marfim e em Gana cair significativamente. Os dois países africanos concentram mais da metade de produção de cacau no mundo.

A mudança climática, somada à elevação do consumo por países emergentes como a China, elevaria o preço final do chocolate. No Reino Unido, o ajuste de alguns produtos já superou os índices inflacionários.

Para contornar o problema do aquecimento global, o plantio de cacau poderia migrar para regiões mais altas, onde o clima é mais ameno. Mas, no caso dos dois países que ficam no oeste africano, essa não é uma opção tão válida assim, já que há predomínio de planícies.

A alternativa mais viável seria desenvolver pés de cacau mais resistentes para suportar um clima mais quente.

Este não é o primeiro estudo que relaciona o aquecimento global à falta de produtos em um cenário futuro. Vinho francês e massa italiana também correriam o risco de sumir das refeições.

 

Máquina irá sugar carbono do ar

janeiro 2nd, 2012
Desde a década de 50 já se sabe que a técnica de separar o CO2 do ar é possível, mas dessa vez ela será executada em larga escala

Uma máquina para retirar o carbono do ar está sendo desenvolvida no campus da Universidade de Calgary, em Alberta, Canadá. A tecnologia, porém, não é nova. Desde a década de 50 já se sabe que a técnica de separar o CO2 do ar é possível. Mas, pela primeira vez, ela esta sendo utilizada no projeto de um equipamento que deverá ser comercializado para executar a tarefa em larga escala.

O projeto é de David Keith, professor de física em Harvard, EUA. Indo contra todo o ceticismo de seus colegas acadêmicos, que não acreditavam no projeto audacioso por ele ser caro, Keith já recebeu suporte financeiro de US$ 6 milhões para tirar a ideia do papel. Entre os investidores, vale destacar a presença do fundador da Microsoft, Bill Gates.

A máquina, que ainda está em desenvolvimento, filtra o ar num processo de três etapas que gastam aproximadamente 600 volts de energia. Ao ser produzida comercialmente, espera-se retirar através da filtragem milhares de toneladas de CO2 do ar. Ainda é preciso resolver o que será feito com tanto carbono recolhido. Mas é bem possível que no futuro, além de carros elétricos e fontes de energias alternativas, o planeta Terra tenha a seu favor a máquina que suga carbono do professor Keith.

Fonte: Exame.com

Programa Água Brasil incentiva conservação de microbacias

dezembro 5th, 2011
Produtores recebem verba por recuperação ambiental e passam por oficinas de conscientização

O Programa Água Brasil selecionou 14 bacias e microbacias para implementar projetos socioambientais de conservação de águas. Iniciativa do Banco do Brasil (BB), em parceria com a WWF e a Agência Nacional das Águas (ANA), o projeto piloto busca incentivar as populações a cuidar de rios e mananciais, desenvolver projetos de agricultura sustentável e monitorar as áreas de conservação por um período de cinco anos.

Na prática, a equipe reúne os produtores das regiões das bacias para explicar sobre a importância da preservação e os remunera, caso eles aceitem fazer melhorias que ajudem a manter a qualidade da água local. Outra ação é financiar agricultores que queiram implantar negócios mais limpos ambientalmente, como a agricultura que não faz uso de agrotóxicos. O grupo ainda monitora as ações com visitas periódicas dos organizadores envolvidos no programa.

O consumidor consciente pode contribuir fazendo um melhor uso da água que chega em sua casa, evitando determinadas práticas como jogar óleo de cozinha usado na pia ou evitar o desperdício de água. Apenas um litro do óleo é capaz de poluir 25 mil litros de água. Apenas ao fechar a torneira ao escovar os dentes, uma pessoa que mora em apartamento, ao longo de 70 anos de vida, pode economizar 1,8 milhão de litros de água, ou três quartos da água de uma piscina olímpica. E esse impacto será multiplicado quanto mais pessoas praticarem tais ações.

As bacias selecionadas pelo Água Brasil fazem parte de nove grandes unidades hidrográficas: Tapajós (MT), Alto Paraguai (MS e MT), Baixo/Médio Parnaíba (PI), Médio São Francisco (MG), Alto Purus (AC), Paranaíba (GO), Tietê (SP), Litoral Gaúcho (RS) e Litoral Sul do Espírito Santo/ Paraíba do Sul (ES e RJ).  Entre os critérios estabelecidos para a escolha das 14 bacias foram consideradas a preexistência de projetos de conservação nos locais e a oportunidade de restauração de ecossistemas.

Robson Rocha, vice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil, diz que todas as frentes de preservação são relevantes, mas destaca a conscientização dos produtores rurais e a mobilização deste público para uma cultura sustentável: “Eles são agentes importantes na conservação do meio ambiente por dependerem da manutenção de serviços e insumos ambientais como solo e água para seu sucesso.”

Para que haja adesão ao Programa Água Brasil, BB, WWF e ANA custeiam 40% das obras no terreno dos produtores e pagam valores mensais ao longo de um ano, por serviço prestado, para que eles se tornem agentes ambientais, oferecendo R$ 65 por hectare de cobertura vegetal recuperada e R$ 130 por hectare de floresta original protegida.

De acordo com os idealizadores, não há uma média projetada de pagamento, já que depende de prévia inspeção nas propriedades, que podem ter tamanhos variados, e a remuneração aos produtores é sempre proporcional ao serviço ambiental prestado. Entre as obras custeadas estão construir as curvas de nível e as cercas de Áreas de Preservação Permanente (APPs), como também o plantio de mudas. Além disso, as populações locais são conscientizadas por meio de palestras e cursos de preservação ambiental.

 

Início da experiência

Em Campo Grande (MT), os rurais que vivem nos arredores do córrego Guariroba, responsável por 50% do abastecimento de água da cidade, já aderiram ao Água Brasil. Os fiscais estão em processo de avaliação das propriedades para saber quais melhorias futuras podem ser feitas a favor da boa qualidade da água.

 

Por que água e agricultura?

- 23% do território mundial é destinado à atividade agropecuária.

- No Brasil, 29% do território são ocupados por atividades agropecuárias.

- O setor rural responde a 82% do uso de água em todo o país; 11% são usados no abastecimento urbano (residências, comércios e serviços) e outros 7% pela indústria.

- Dos 82% da água utilizada no campo, 69% vão para a irrigação, 11% para o abastecimento animal e 2% para o abastecimento da população.

*Dados do programa Águas do Brasil, do Banco do Brasil.

Fonte: Instituto Akatu

Primeira usina de reciclagem de fraldas descartáveis

novembro 11th, 2011
Ao transformar fraldas e outros produtos de higiene absorventes em novos materiais, central no Reino Unido deve evitar a emissão de 22 mil toneladas de CO2 por ano

Salvação para as mães modernas, as fraldas descartáveis se acumulam aos montes nos aterros das grandes cidades e dão “dor de cabeça” para o meio ambiente. Pensando nisso, algumas empresas pelo mundo estão buscando soluções para esse problema. É o caso da canadense Knowaste, que inaugura hoje a primeira usina de reciclagem de fraldas descartáveis do Reino Unido.

De acordo com o jornal britânico The Guardian, a instalação, que também irá reciclar produtos de higiene feminina e de incontinência para adultos, é a primeira das cinco previstas ao longo de quatro anos para o país. Especializada em reciclagem de resíduos de produtos de higiene absorventes, a empresa prevê que a nova central vai evitar a emissão de 22 mil toneladas de CO2 por ano.

Cerca de três bilhões fraldas descartáveis são usadas no Reino Unido anualmente, volume responsável por metade dos resíduos de produtos absorventes gerados no país. A maior parte disso tem como destino os aterros sanitários.

A proposta da Knowaste é recolher os produtos de higiênie absorventes usados, esterilizar o plástico e as fibras que os compõem e então transformá-los em em novos produtos, como madeira plástica, telhas e novos materiais de absorção.

Em entrevista ao site BusinessGreen, o diretor executivo da Knowaste, Aroy Brown, afirmou que com a instalação das três plantas subsequentes até 2015, o Reino Unido deve deixar de emitir 110 mil toneladas de gases de efeito estufa por ano.

Por Vanessa Barbosa

Fonte: Planeta Sustentável

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