Posts Tagged ‘energia’

Manual verde para levar no bolso (super aplicativos verdes para iPhone)

maio 15th, 2012

 

Dicas simples para mudar alguns hábitos cotidianos que a gente muitas vezes nem percebe, mas que o meio ambiente sente, e como. Essa é a proposta do aplicativo Manual de Etiqueta Sustentável Bilíngue (português e inglês), elaborado com conteúdo do Planeta Sustentável, projeto multiplataforma que mobiliza as revistas e sites da Editora Abril. O aplicativo gratuito reúne 50 práticas, de uso de água à consumo de energia e reciclagem. Além de compartilhar as dicas com os amigos – por email, pelo twitter ou pelo facebook –, o usuário pode medir sua própria performance, através de uma árvore que cresce a cada ação sustentável. Disponível na App Store.

Fonte: EXAME.com

Raí, Cafu e Valdívia vão destinar seus tênis velhos à geração de energia

fevereiro 23rd, 2012

O que você faz com aquele (amado) tênis velho cujo estado de deterioração avançada já não permite que você apareça em público com ele? Doa para alguém? Joga no lixo comum? Os ex-jogadores Raí e Cafu e o jogador Valdívia mostraram hoje que já decidiram qual destino vão dar para algumas de suas chuteiras: transformá-las em energia.

A iniciativa faz parte de um projeto apresentado hoje pela Adidas, o primeiro no país de logística reversa para tênis. Com o nome Pegada Sustentável, o programa prevê caixas específicas nas lojas da marca para que o consumidor deposite seu tênis velho Adidas ou do concorrente.

Dali, os calçados serão enviados para uma empresa especializada em gestão de resíduos industriais, aRCRambiental. Na sede da empresa parceira, os tênis e sapatos serão triturados para depois seguirem paracimenteiras, que utilizarão o material como fonte de energia em seus fornos de cimento.

Pelos cálculos da Adidas, cinco milhões de pessoas passam todos os anos pelas 43 lojas da marca no país. São nada menos que 800 milhões de pares de tênis consumidos no Brasil anualmente, dos quais uma parcela significativa, 120 milhões de pares, corresponde a material esportivo, de uso mais intensivo, vida útil mais curta e portanto, que vai para o lixo mais rápido do que outros calçados.

Nos primeiros meses do programa, as caixas estarão disponíveis nas sete lojas e 11 outlets da Adidas localizados na grande São Paulo. A partir de março, todas as lojas da marca no Brasil contarão com o ponto de coleta dos tênis inutilizáveis.

Em abril, a empresa espera já ter estabelecido parcerias com as redes de lojas de artigos esportivos, como Centauro e World Tennis, para que elas também recebam os produtos velhos. A meta é, até o final deste ano, chegar a pelo menos 10 mil pares destinados à geração de energia.

Neste primeiro momento, em São Paulo, o consumidor que entregar seu par de tênis assinará um termo de doação e receberá, como estímulo pela boa ação, ingressos para visitar o Museu do Futebol, na capital paulista.

Está nos planos da empresa pesquisar formas de aproveitar os materiais dos sapatos de formas diferentes – por exemplo, empregá-los na fabricação de outros produtos. É uma prática que vem ganhando força entre grandes empresas, a de buscar obter maior valor do resíduo ou mesmo transformá-lo  em matéria-prima para parceiros ou para seu próprio processo de fabricação.

O projeto implementado aqui no Brasil é o primeiro da empresa, em todo o mundo, de reciclagem de calçados. O plano é colocá-lo em prática também em outros países. Um deles será o Reino Unido. A ideia é levar o Pegada Sustentável para Londres, durante os Jogos Olímpicos deste ano.

Desde o ano 2000, quando começou a publicar seus relatórios de sustentabilidade, a Adidas tem sido reconhecida sucessivamente como líder nesta área no setor de bens de consumo pela Dow Jones Sustainability Index.


Fonte: Época Negócios

Lâmpada utiliza energia solar e eólica para iluminação pública

fevereiro 7th, 2012

São Paulo – A conscientização ambiental está literalmente ganhando as ruas. Prova disso é a invenção da empresa norte-americana SavWatt, que criou a lâmpada Eco-Pole para iluminação pública, que utiliza energia solar e eólica para funcionar.

Desenvolvida para a iluminação de ruas, praças e parques, a Eco-Pole é uma lâmpada de LED criada por uma empresa especializada em iluminação de baixo consumo. Se implantada nas cidades, a invenção reduziria os custos de energia elétrica, uma vez que independe dela para fazer as lâmpadas funcionarem.

A Eco-Pole utiliza LED de 60W, pode durar até 50 mil horas e é alimentada por uma microturbina de vento de 300W e por painéis solares de 90W. Embora tenha 60W de potência, a lâmpada ilumina o equivalente a uma incandescente de 250W.

O sistema de alimentação da Eco-Pole é protegido por uma capa ultrafina para que o aparelho não seja danificado devido ao fato de ficar exposto a diversas condições climáticas.

A lâmpada ecológica está em fase de teste em algumas cidades dos Estados Unidos. O resultado, até então, foi positivo. Economiza energia e não emite nenhum tipo de gás, o que diminui os níveis de poluição do ar.

Lâmpadas de LED são mais eficientes e quase não produzem calor. Apesar de serem muito mais caras que os modelos tradicionais, as LEDs têm maior durabilidade.

Fonte: Exame.com

Microgerador transforma movimento de pneus em energia

janeiro 25th, 2012

O laboratório belga IMEC criou um minúsculo gerador capaz de produzir energia a partir das vibrações normais dos pneus durante o movimento de um carro.

O “dispositivo de colheita de energia” é capaz de gerar 42 microWatts de potência de forma sustentada quando o veículo roda a 70 km/h. Em condições especiais de rodagem, ele chegou a gerar quase 12 vezes mais – 489 microWatts.

Contudo, os 42 microWatts são suficientes para alimentar sensores, como os usados nos sistemas de monitoramento da pressão dos pneus, já presentes em alguns carros – a vantagem é que esses sistemas não mais dependerão da troca de baterias.

O aparelho deverá também viabilizar automações adicionais, como sensores para monitorar a qualidade da estrada, ajustando automaticamente a suspensão, sistemas de segurança, detectando estilos de direção mais agressivos, e mesmo um monitoramento da integridade estrutural dos pneus.

Indústria e meio ambiente
Mas o coletor de energia não terá seus usos restritos à indústria automotiva. Ele poderá ser instalado em qualquer equipamento que apresente algum tipo de vibração ou esteja sujeito a choques periódicos.

Isto inclui desde máquinas industriais até o monitoramento de estruturas civis, como pontes e edifícios, viabilizando ainda as redes de sensores, que deverão ser usadas para monitorar o meio ambiente e até a integridade estrutural de aviões.

O chip coletor de energia usa minúsculas vigas feitas de um material piezoelétrico, o nitreto de alumínio, que gera eletricidade quando é submetido a um impacto mecânico.

Fonte: CIMM

Haja energia!

outubro 18th, 2011

Esta delícia milenar altamente energética serviu como combustível para uma empreitada fora do comum realizada pela empresa inglesa Ecote, em 2009. A fim de promover sua mais nova invenção – o biodiesel de chocolate – a companhia montou uma equipe para atravessar o deserto do Saara a bordo de um caminhão movido por uma mistura de óleo de cozinha, soda cáustica e etanol, feito a partir de restos de chocolate. Para a expedição foram levados ao todo 1,5 mil litros do combustível feito a partir de três mil quilos de chocolate. Haja energia!

Fonte: Exame

Energia em dose dupla

outubro 3rd, 2011

Algave, é este o nome da planta, que destilada, produz uma das bebidas mexicanas mais famosas, a tequila. Agora, esta espécie que cresce em áreas inóspitas e praticamente desérticas, está ganhando popularidade no meio científico por ser uma fonte alternativa potencial de biocombustível.

A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de Oxford, indica que a algave possui alta concentração de açúcar, além de ser capaz de suportar condições extremas, como temperaturas elevadas, longos períodos de estiagem. O biodiesel é obtido através da queima da biomassa coletada das folhas, pelo processo chamado pirólise rápida. E através da fermentação dos açúcares do caule, também é possível obter álcool. É energia em dose dupla!

Fonte: Exame

 

Bill Gates lança novo desafio: reinventar o banheiro

setembro 12th, 2011

Esqueça o banheiro tal qual você conhece. Privadas com reservatório e encanamento de água que para nada mais servem do que conduzir os dejetos humanos a sabe-se lá qual lugar já demonstraram seu fracasso, segundo Bill Gates. O bilionário criador da Microsoft e, mais recentemente, da Fundação Bill & Melinda Gatesestá convencido de que este tipo de “toillete” é caro para os países em desenvolvimento, que continuam penando com uma série de doenças causadas pela falta de saneamento básico mínimo. O vídeo abaixo, produzido pela Fundação, é divertido e explica rapidinho a proporção desse problema.

Sendo assim, Gates lançou nesta semana um desafio a 22 universidades: inventar um novo conceito de banheiro, que seja higiênico, não dependa de água e ainda transforme nossas mazelas em algo útil: energia, adubo ou o que mais os cientistas conseguirem.

Algumas delas já apresentaram a linha pela qual vai sua pesquisa. O  professor M. Sohail, da Universidade de Loughborough, sugere transformar as fezes em carvão biológico. Da Delft University of Technology, partiu a ideia de fazer do banheiro um gerador de eletricidade. Para isso, um sistema que utiliza microondas transformaria os dejetos em gases que alimentariam uma bateria capaz de produzir energia para um grupo pequeno de casas.

O Instituto de Tecnologia da Califórnia vai ainda mais longe: um banheiro que usa a luz solar e ao mesmo tempo gera eletricidade. O banheiro teria painéis solares que transformariam a urina e as fezes em hidrogênio. O gás, por sua vez, seria armazenado em baterias geradoras de energia.

Para pesquisar e comprovar a eficácia destas e de outras inovações, a Fundação está dando um estímulo razoável: US$ 41,5 milhões  (R$64,4 milhões). Outro incentivo para encontrar uma solução para países em desenvolvimento são os dados da Organização Mundial de Saúde, que mostram que ainda existem 2,4 bilhões de pessoas no mundo sem saneamento básico.

No Brasil, 65,4% de todo o esgoto gerado no país não recebe tratamento. A OMS alerta que a diarreia causada por contaminação e más condições de higiene é um problema generalizado em países em desenvolvimento. O Brasil não escapa dessa situação.

Fonte: Época Negócios

 

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