Posts Tagged ‘aquecimento global’

Baía de Guanabara estará livre de lixões até o fim do ano, diz secretário de Ambiente do Rio

abril 30th, 2012

Vladimir Platonow
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Baía de Guanabara estará livre de lixões em seu entorno até o fim deste ano. Com o fechamento do Aterro Sanitário de Gramacho, em Duque de Caxias, previsto para o próximo mês, secretário de Ambiente do Rio, Carlos Minc, disse à Agência Brasil que pretende terminar com mais cinco lixões na região, localizados nos municípios de Magé, Queimados, Japeri, Miguel Pereira e Guapimirim. Segundo Minc, o lixo que hoje é jogado nesses locais será levado para aterros sanitários legalizados, deixando de poluir a Baía de Guanabara.

“Cada lixão desses gera uma grande quantidade de chorume [líquido escuro resultante da decomposição do lixo], que retira o oxigênio da água. Vai ser um importante ganho para a baía o fim de todos os lixões, tanto ambientalmente como socialmente”, disse.

A prefeitura do Rio anunciou que decidiu adiar para maio o fechamento do Lixão de Gramacho, após reunião no Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) entre o prefeito do Rio, Eduardo Paes, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e representantes dos catadores.

Ficou acertado que a prefeitura do Rio vai pagar em parcela única os recursos do Fundo dos Catadores, que originalmente seriam pagos ao longo de 14 anos em parcelas anuais de R$ 1,5 milhão. Também foi decidido que os representantes dos catadores têm até 25 de abril para informar a relação de quem terá direito aos recursos.

Os catadores deverão abrir conta individual na Caixa Econômica Federal para o recebimento da parcela única, que será depositada no mês de maio. Os catadores terão direito a uma indenização individual em valor que ainda será definido, podendo girar em torno de R$ 15 mil, dependendo do número de beneficiados.

O objetivo é que os antigos catadores e suas famílias façam cursos profissionalizantes para que possam trabalhar em outros setores ou participem de cooperativas de reciclagem. O bairro de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, será totalmente reurbanizado, com a construção de novas casas para abrigar os catadores. Para isso também será utilizada verba da venda de créditos de carbono, com a utilização do gás metano, que deixará de ser jogado na atmosfera e hoje representa um dos principais componentes do aquecimento global.

Minc anunciou a criação de um conselho gestor para administrar o dinheiro que será obtido com a venda do gás metano e que será distribuído entre os cerca de 1.500 catadores que hoje vivem da reciclagem em Gramacho. Segundo o secretário, a quantidade de metano acumulada no local é suficiente para abastecer todo o consumo residencial da cidade do Rio durante cinco anos.

 

Edição: Aécio Amado

Fonte: Agência Brasil

Na França, empresas cobrirão gasto de bicicleta para funcionários

fevereiro 16th, 2012

O governo parisiense foi um dos primeiros a incentivar a adoção de bicicletas como transporte; acima, ponto de aluguel

O governo francês anunciou nesta quinta-feira uma iniciativa para estimular o uso da bicicleta. A principal medida é o financiamento pelas empresas das despesas de transporte dos funcionários que a adotarem. Em troca, serão garantidas isenções.

O ministro dos Transportes, Thierry Mariani, informou que o sistema é similar ao existente na Bélgica. Naquele país, paga-se 21 centavos de euro por quilômetro rodado.

A norma, apresentada em Paris, é resultado de um estudo encomendado pelo Executivo ao deputado conservador e prefeito do 15º distrito de Paris, Philippe Goujon.

No jornal “Le Figaro”, Goujon estimou em 20 milhões de euros o custo do Estado para indenizar por quilômetro as 2 milhões de pessoas que vão de bicicleta ao trabalho. Na França, o percurso médio é de 5 km.

Em entrevista ao jornal “Metro”, Mariani indicou que outras medidas serão estudadas, como modificar a norma de circulação para permitir que os ciclistas avancem o semáforo vermelho quando virarem à direita, marcar as bicicletas com código para combater os roubos e construir mais ciclovias.

O ministro destacou que na França a utilização desse meio de transporte permite economizar 5,6 bilhões de euros pelos benefícios que proporciona à saúde das pessoas, além de limitar os gases poluentes.

Para Mariani, se cada europeu pedalasse 2,6 quilômetros por dia ao invés de usar um carro, haveria uma redução no transporte em torno de 15% das emissões de CO2, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global.

Fonte: Folha.com

Fundo do Clima é regulamentado pelo Conselho Monetário Nacional

novembro 9th, 2011

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião extraordinária realizada nesta semana a regulamentação dos financiamentos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC) vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.

Criado em 2009, antes da Conferência das Partes (COP 16), que aconteceu na Dinamarca, o fundo prevê a liberação de R$ 720 milhões por ano para serem usados em projetos para enfrentar o aquecimento global.

Os recursos do fundo poderão ser utilizados em projetos para reduzir o desmatamento e a degradação florestal e naqueles que tratam de desenvolvimento tecnológico. Pela proposta, o dinheiro também poderá ser utilizado para pagamento por serviços ambientais.

Características – Nas operações diretas, os juros cobrados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão de 4,5% ao ano. Já nas indiretas, as taxas cobradas pelas instituições financeiras serão de 3% ao ano, mais 0,9% ao ano se os tomadores tiverem renda anual de até R$ 90 milhões. Os demais pagarão uma taxa adicional de 1,4% ao ano, totalizando 4,4% ao ano.

Além disso, cada modalidade de financiamento contará ainda com taxas adicionais. Para as atividades de combate à desertificação, por exemplo, esse adicional será de 1,6 ponto porcentual, com prazo de até oito anos, incluídos dois anos de carência.

Já para as atividades relativas à energia solar e das marés, o adicional será de apenas 1,1 ponto porcentual, com prazo de 15 anos, com oito de carência. Para energia eólica, biomassa e produção de carvão vegetal, o adicional chega a 5 ponto porcentual sobre as taxas cobradas pelos bancos.

Redução de emissões – O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima é um complemento do Plano Nacional sobre Mudanças Climáticas, que estabelece, entre outras coisas, como instrumento de combate ao aquecimento global que a área de plantio de arvores deve passar, até 2020, de 5,5 milhões de hectares para 11 milhões. Destes, dois milhões serão com espécies nativas e o restante com espécies exóticas.

Além disso, prevê a redução de até 39% das emissões de CO2 até 2020, comparado aos índices de 2005, prevendo principalmente a redução do desmatamento na Amazônia e no cerrado.

Fonte: Globo Natureza

Emissão de gases do efeito estufa em 2010 foi a maior da história

junho 22nd, 2011

O cumprimento da meta de limitar o aquecimento global em menos de 2 graus pode estar ameaçado. Segundo estudos da Agência Internacional de Energia (AIE), as emissões internacionais de gases responsáveis pelo efeito estufa bateram recorde no ano de 2010.
As emissões de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, cresceram 5% no ano em relação ao ano de 2008. A AIE estimula que 80% das emissões projetadas para 2020 no setor de energia já estão comprometidas, advindas de usinas elétricas já instaladas ou em construção.
“O significativo aumento das emissões de CO2 e o comprometimento das emissões futuras por conta de investimentos de infraestrutura representam um grave revés para nossas esperanças de limitar o aumento global da temperatura para não mais de 2 graus Celsius”, afirmou Faith Birol, economista-chefe da AIE e responsável pelo relatório anual da entidade World Energy Outlook.

Fonte: Uai Meio Ambiente

Novo estudo prevê fim das geleiras de verão no Ártico em 2016

maio 11th, 2011

Cientistas que haviam previsto o derretimento das geleiras durante os verões no Ártico em 2013 passaram a projetar essa ocorrência para daqui a mais alguns anos, ainda nesta década, provavelmente em 2016, com margem de erro de três anos para mais ou para menos.

O cientista Wieslaw Maslowski e equipe trabalharam com um novo modelo de computador que identificou a data “estimada” como sendo 2016. A previsão original, feita em 2007, gerou uma onda de críticas quando se anunciou 2013 como o ano do derretimento.

O novo modelo -apresentado no encontro anual da EGU (União Europeia de Geociências) – é projetado para reproduzir interações do mundo real, cruzando informações sobre o oceano Ártico, a atmosfera, o gelo e os rios que deságuam no mar.”Desenvolvemos um modelo regional do clima do Ártico que é muito parecido com os modelos de mudança climática do IPCC [Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas]“, disse Maslowsk.

“No passado (…), projetávamos o futuro presumindo que as tendências poderiam persistir, como foi observado em tempos recentes”, explica o cientista. “Não estou tentando ser alarmista nem dizer que ‘prevemos o futuro porque temos uma bola de cristal’”, explica Maslowski. “Estamos tentando fazer com que os políticos e as pessoas percebam que o gelo de verão (do Ártico) pode sumir até o fim da década.”

GELO

Um dos ingredientes mais importantes do novo modelo é a informação relativa à espessura do gelo que flutua no mar.Satélites são cada vez mais capazes de detectar essa espessura, geralmente a partir da medição de quão acima da superfície marítima está a geleira, e indicar a profundidade do gelo.

A inclusão dessa estimativa no modelo de Maslowski foi um dos fatores que o forçou a rever a projeção de 2013, que levantou suspeitas e críticas quando anunciada em uma reunião 4 anos antes. Desde um derretimento particularmente expressivo ocorrido em 2007, uma grande proporção do Ártico tem sido coberta por uma camada de gelo fino, que é formada durante uma única estação e é mais vulnerável a mudanças sutis de temperatura do que o gelo grosso.

Mesmo levando esse dado em consideração, a data projetada por Maslowski é anterior à prevista por outros cientistas. Um deles, Walt Meier, do Centro de Informações de Neve e Gelo dos EUA, no Colorado, diz que o comportamento do gelo marinho se torna menos previsível à medida que se torna mais fino. “O modelo [de Maslowski] é bastante bom, tem bastante precisão e captura detalhes que estão perdidos em modelos climáticos globais”, diz.

Fonte: BBC Brasil

 

Derretimento do gelo no Ártico evidencia problemas climáticos

abril 19th, 2011

O Ártico não é uma região isolada das demais, mas um ponto central, onde se encontram três continentes e dois oceanos. As mudanças que lá ocorrem afetam o clima de todo o planeta, dizem especialistas.

Os exploradores russos Daniel Gavrilov e Elena Soloveva estão orgulhosos do recorde mundial alcançado por eles e outros navegadores a bordo do barco Peter 1º em 2010. Pela primeira vez, uma embarcação conseguiu numa só temporada cruzar, sem a ajuda de quebra-gelos, tanto a Passagem do Nordeste quanto a do Noroeste.

“Tivemos sorte”, diz Soloveva. “O estado da cobertura de gelo tornou isso possível”, completa. Hoje está claro para ela que o recorde só foi possível devido ao rápido aquecimento do clima no Ártico. “O gelo está derretendo na parte superior. O clima está mesmo mudando”, diz Soloveva.

Fonte: Folha Online

Grandes cidades nem sempre são as mais poluentes, diz estudo

abril 13th, 2011

Grandes cidades como Nova York, Londres e Xangai emitem menos poluição per capita na atmosfera do que lugares como Denver e Roterdã, informa estudo divulgado na terça-feira.

Pesquisadores examinaram dados de cem cidades em 33 países, em busca de pistas sobre quais metrópoles seriam as maiores poluidoras e por que, de acordo com estudo publicado na revista especializada “Environment and Urbanization”.

Enquanto cidades do mundo todo foram apontadas como culpadas por cerca de 71% das emissões causadoras do efeito estufa, cidadãos urbanos que substituíram os carros por transporte público ajudaram a diminuir as emissões per capita em algumas cidades.

Por exemplo, as emissões per capita da cidade de Denver, no oeste dos Estados Unidos, somam aproximadamente o dobro das emissões de Nova York, onde vivem 8 milhões de pessoas e na qual há um sistema de metrô amplamente utilizado.

“Isso pode ser atribuído ao fato de a grande densidade demográfica de Nova York pedir um uso menor do automóvel para a locomoção”, informa o estudo.Por exemplo, as emissões per capita da cidade de Denver, no oeste dos Estados Unidos, somam aproximadamente o dobro das emissões de Nova York, onde vivem 8 milhões de pessoas e na qual há um sistema de metrô amplamente utilizado.

As emissões per capita de Denver (21,5 toneladas de carbono equivalente) foram até mesmo superiores às de Xangai (11,2 toneladas), Paris (5,2) e Atenas (10,4).

As cidades chinesas são consideradas separadamente, porque têm emissões médias bem superiores ao país como um todo. Pequim, por exemplo, emite 10,1 toneladas de carbono equivalente, enquanto a China emite 3,4 toneladas.

“Isso reflete a grande dependência de combustíveis fósseis para a produção de eletricidade, uma base industrial significante em muitas cidades e uma população rural relativamente grande e pobre”, informa o estudo.

Com base nas emissões de gases causadores do efeito estufa pelo PIB, pesquisadores descobriram que “cidadãos de Tóquio são 5,6 vezes mais eficientes que os canadenses”.

A cidade de Roterdã, na Holanda, teve uma nota ruim por conta de seu porto e por ter uma indústria forte.

“O fato de Roterdã ter um índice de emissão per capita de 29,8 toneladas de carbono equivalente versus 12,67 para a Holanda reflete o forte impacto do porto da cidade, que atrai indústrias, assim como no abastecimento de navios”, afirma o estudo.

“Esse índice é similar para as cidades com aeroportos muito movimentados e enfatiza a necessidade de ver as emissões das cidades de forma cautelosa.”

O estudo também aponta outras tendências, como as cidades de climas frios terem emissões maiores, e países pobres e de renda média terem emissões per capita inferiores aos países desenvolvidos.

Quando os pesquisadores olharam as cidades asiáticas, latino-americanas e africanas, descobriram emissões menores por pessoa.

“A maior parte das cidades na África, Ásia e América Latina tem emissões inferiores por pessoa. O desafio para elas é manter essas emissões baixas, apesar do crescimento de suas economias.”

Fonte: Folha Online

Brasil bate recorde de participação na Hora do Planeta

março 30th, 2011

No ultimo sábado (26/03), entre 20h30 e 21h30, residências, sedes de governos, monumentos, empresas e outras organizações de 134 países apagaram suas luzes num ato simbólico de preocupação com o meio ambiente e com o aquecimento global. No Brasil, 123 cidade, entre elas 20 capitais, aderiram à campanha Hora do Planeta, da WWF. Foi o recorde de participação desde que o evento é realizado no país.

No Rio de Janeiro, sede oficial da campanha, uma festa nos Arcos da Lapa, que também ficaram apagados, reuniu 3,5 mil pessoas ao som das baterias das principais escolas de samba do Rio. Além dos arcos, também ficaram às escuras o Cristo Redentor, a orla de Copacabana, o Arpoador, o Pão de Açucar, a Igreja da Penha, o Castelinho da Fiocruz, o Monumento aos Pracinhas e o Jockey Clube.

Antes que se apagassem as luzes todos fizeram um minuto de silêncio em homenagem às vítimas das enchentes e deslizamentos ocorridos na região serrana da cidade e do terremoto do Japão.

Também ficaram sem iluminação mais de 750 monumentos mundialmente famosos, como o Burj Dubai (edifício mais alto do mundo), Empire State (em Nova Iorque), Sky Tower (em Auckland), Memoriral da Paz (Hiroshima), a Torre Eiffel (Paris), London Eye (Londres), entre outros.

A WWF pede que a sociedade continue mobilizada o resto do ano. Vale o uso de transportes coletivos e menos poluentes, a conservação de nascentes de rios e a coleta seletiva de lixo, entre outras. No site Beyond The Hour, os internautas podem conferir dicas, além de registrar suas atitudes em prol do meio ambiente. Assim a ONG mostra que o planeta precisa mais do que apenas uma hora de atenção.

Assista a “Hora do Planeta” no Brasil e no Mundo

Fonte: Planeta Sustentável

Hora do Planeta acontece em 26 de março, das 20h30 às 21h30

março 23rd, 2011

A Hora do Planeta é um evento simbólico, promovido no mundo pelo WWF, em que empresas e residências apagam suas luzes por uma hora. Neste ano, será realizado neste sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30. A intenção é que a ação possa chamar a atenção das pessoas para uma reflexão sobre questões ambientais e os desafios do aquecimento global.

Ao todo, 26 cidades do país já aderiram à ação, entre elas as capitais Aracaju (SE), Goiânia (GO), Rio Branco (AC), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ) e Vitória (ES) (a lista completa das cidades podem ser vistas no site oficial). Empresas e shoppings também já aderiram ao movimento, que é apoiado pelo Banco do Brasil, Coca-Cola e a Tim.

Se você quer aderir ao movimento, vejas as dicas que o próprio WWF disponibiliza:

1. Faça a inscrição (gratuita) no site (www.horadoplaneta.org.br). Você pode receber informações regularmente sobre o evento.
2. Monte equipes para a Hora do Planeta, tentando fazer com que familiares e amigos participem da ação com você. Você também pode tentar conscientizar comerciantes e até empresários da cidade sobre a importância do momento.
3. Repasse a informação. No site da Hora do Planeta, estão disponíveis informações e até vídeos sobre os anos anteriores. Tente mostrar para pessoas e disseminar a informação nas redes sociais.
4. Seja criativo para passar uma hora do seu dia sem energia elétrica. O WWF indica jogos de tabuleiro, jantares românticos, festas com música acústica e até a observação das estrelas, que deve ser melhor nas cidades que apagarem suas luzes.
5. A partir dessa hora, tente ver como consegue diminuir o uso da energia em outros momentos também. Reflita também como pode reduzir o consumo de outras fontes, como água ou combustíveis.

Além disso, vale também fazer um planejamento de ações, para que você não precisa acender as luzes no meio da Hora do Planeta. Deixar alimentos preparados e arrumar as coisas que você vai precisar usar durante a hora (como velas) facilita a dinâmica do grupo.

História

A Hora do Planeta foi realizada pela primeira vez em 2007 e contou com a participação de 2,2 milhões de moradores de Sidney, na Austrália. Em 2008, o movimento mobilizou 50 milhões de pessoas, de 400 cidades em 25 países e vários ícones mundiais (como o Coliseu ou o Golden Gate) tiveram as luzes apagadas simultâneamente).

A primeira vez em que aconteceu no Brasil foi 2009, com a adesão de 113 cidades. Monumentos como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar ficaram no escuto por uma hora completa. Já em 2010, a Hora do Planeta reuniu mais de um bilhão de pessoas em 4200 cidades do mundo

Fonte: Atitude Sustentável

Manifesto contra o Aquecimento Global

dezembro 3rd, 2010

Neste sábado (4), haverá um Ato Mundial por Sustentabilidade, Justiça Climática e contra o Aquecimento global.

De 29 de novembro a 10 de dezembro, governantes do mundo todo estarão reunidos no México, na COP-16 (Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas). Para que esses representantes assinem um acordo que realmente enfrente o Aquecimento global, cidadãos de diversas cidades do planeta se manifestarão no mesmo dia.

O Espírito Santo também irá participar. O Ato acontecerá na Praça dos Namorados, de 9 às 12hs, e contará também com atividades recreativas, artísticas, vivências de BioEnergética, Biodança, entre outros. Participe! A responsabilidade é de todos nós!

Contatos: (27) 3260 – 1272

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