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	<title>Blog do Ideias</title>
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	<description>Instituto de Desenvolvimento Integrado para Ações Sociais</description>
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		<title>Sanyo Solar Arc (incríveis projetos de energia solar no mundo)</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 08:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa estrutura em forma de asa elegantemente “pousada” no solo abriga desde 2002 o Museu da Energia Solar, mais conhecido como Sanyo Solar Ark. Semelhante a um arco de 315 metros de largura e 37 m de altura. Localizado na Província de Gifu, no centro do Japão, o impressionante edifício possui mais 5 mil paineis solares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://exame2.abrilm.com.br/assets/pictures/48689/size_590_sanyo-night.jpg?1327086346" alt="" width="354" height="266" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Essa estrutura em forma de asa elegantemente “pousada” no solo abriga desde 2002 o Museu da <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/energia-solar" target="_blank">Energia Solar</a></strong>, mais conhecido como Sanyo Solar Ark. Semelhante a um arco de 315 metros de largura e 37 m de altura. Localizado na Província de Gifu, no centro do Japão, o impressionante edifício possui mais 5 mil paineis solares e produz mais de 500 mil kWh de energia por ano. A fachada da atração, que também abriga centro de pesquisa em tecnologia solar da Sanyo, também é coberta por lâmpadas leds, que se iluminam à noite.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte:</strong> <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://exame.abril.com.br">EXAME.com</a></span></span></p>
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		<title>Game de Sustentabilidade da FIRJAN debate temas da Rio+20</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 08:05:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<description><![CDATA[Para incentivar o debate sobre a Rio+20, o SESI Rio lançou um game de sustentabilidade que está aberto para o público em geral e, principalmente, para jovens estudantes do 6º ao 9º ano da rede pública. O objetivo é sensibilizar os jovens sobre os temas que serão debatidos na Rio+20, incluindo apresentação de um filme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #000000;">Para incentivar o debate sobre a <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.rio20.gov.br">Rio+20</a></span>, o <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.sesi.org.br">SESI</a></span> Rio lançou um game de sustentabilidade que está aberto para o público em geral e, principalmente, para jovens estudantes do 6º ao 9º ano da rede pública.<span style="text-decoration: underline;"> </span><span style="text-decoration: underline;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #000000;"><span style="text-decoration: underline;"> </span> <span style="text-decoration: underline;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #000000;">O objetivo é sensibilizar os jovens sobre os temas que serão debatidos na <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.rio20.gov.br">Rio+20</a></span>, incluindo apresentação de um filme 3D sobre o assunto nas escolas.<span style="text-decoration: underline;"> </span><span style="text-decoration: underline;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Mais de 385 escolas da rede pública e particular de ensino do Rio aderiram ao projeto </span><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="www.heroisdofuturo.com.br">Heróis do Futuro</a></strong></span><span style="font-family: verdana, sans-serif;">, criado pelo Sistema </span><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="www.firjan.org.br">FIRJAN</a></strong></span><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), por meio do </span><span style="text-decoration: underline;"><a href="www.sesi.org.br">SESI</a></span><span style="font-family: verdana, sans-serif;">, para sensibilizar estudantes sobre temas que serão debatidos na </span><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="www.rio20.gov.br">Rio+20</a></strong></span><span style="font-family: verdana, sans-serif;">, em junho. Pelos menos 190 mil alunos já estão sendo envolvidos na iniciativa, que está aberta ao público do mundo todo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #000000;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #000000;">Dezenas de monitores capacitados visitam diariamente as instituições cadastradas para apresentar o projeto, que envolve debates, um filme educacional em 3D ­e um jogo virtual sobre temas como desenvolvimento sustentável e economia verde, principais questões que serão tratadas na Conferência das Nações Unidas na cidade.Na primeira etapa do jogo, os assuntos tratados são resíduos, saneamento, transporte e poluição. Na segunda etapa, o desafio é a construção de uma cidade sustentável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #000000;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Os vencedores em cada categoria serão premiados (viagem para Fernando de Noronha, Ipad e Playstation 3). As escolas das equipes vencedoras ganham um kit de lousa digital com notebook e projetor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif;">O filme em 3D, o primeiro com essa tecnologia na área de educação no Brasil, conta com quatro personagens, Duda, Sofia, Dedé e Bia – turma de amigos que se une para mudar a rotina de uma vila de moradores do Rio, incentivando a vizinhança a tomar atitudes sustentáveis como economizar água e reciclar o lixo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Rio+20: desenvolvimento econômico com sustentabilidade</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #000000;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #000000;">A Organização das Nações Unidas (<span style="text-decoration: underline;"><a href="www.onu.org.br">ONU</a></span>) realiza, de 20 a 22 de junho, no Riocentro, uma nova Conferência para o Desenvolvimento Sustentável, no Rio: a Rio+20. O nome tem a intenção de renovar o envolvimento dos líderes mundiais com o desenvolvimento sustentável e comemora o retorno de uma Conferência da <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.onu.org.br">ONU</a></span>, ao Rio, depois de 20 anos da Rio 92. Desta vez, mais do que focada nas questões ambientais, a Conferência vai tratar do desenvolvimento econômico com sustentabilidade e do fim da pobreza.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #000000;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #000000;">A Rio+20 deverá reunir centenas de chefes de estado de dezenas de países. A reunião da ONU não será aberta ao público, mas isso não quer dizer que a população não participará da Conferência. Ao contrário, a ONU incentiva a realização de vários eventos paralelos, como o Heróis do Futuro. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #000000;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Para mais informações: </span></strong><a href="http://www.heroisdofuturo.com.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;">www.heroisdofuturo.com.br</span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #000000;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana, sans-serif; color: #000000;"><strong>Redes Sociais:</strong> <a href="http://www.facebook.com/heroisdofuturo" target="_blank">www.facebook.com\heroisdofuturo</a> e <a href="http://www.twitter.com/heroisdofuturo" target="_blank">www.twitter.com\heroisdofuturo</a> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="font-family: verdana, sans-serif;">Fonte:</strong><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> </span><span style="text-decoration: underline;">Assessoria de Comunicação da Firjan</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Guardanapos Leal é exemplo em gerenciamento de resíduos sólidos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 08:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo dados recentes do Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE), 13% dos resíduos urbanos são reciclados, mas o potencial é muito maior. Um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA), do governo federal, indica que o país perde anualmente R$ 8 bilhões por enterrar materiais recicláveis que poderiam voltar à produção industrial. Além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo dados recentes do Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE), 13% dos resíduos urbanos são reciclados, mas o potencial é muito maior. Um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA), do governo federal, indica que o país perde anualmente R$ 8 bilhões por enterrar materiais recicláveis que poderiam voltar à produção industrial. Além dos aspectos econômicos, a reciclagem economiza recursos naturais, como a água, além proporcionar o uso racional de energia e menor emissão de gases do efeito estufa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fazendo parte da minoria com consciência ambiental, a Guardanapos Leal, mantém em funcionamento um completo programa de gerenciamento de resíduos e se lança à frente na luta contra um dos maiores problemas da atualidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Seguindo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), promulgada em agosto de 2010, que prevê que as próprias empresas façam a destinação adequada do lixo, a empresa paranaense faz com que muitos dos resíduos gerados em suas instalações se transformem em outros produtos, aumentando a vida útil e o ciclo de vida dos materiais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O auditor ambiental, Luiz Fernando Perrone de Souza, explica que a maior parte dos resíduos gerados no dia a dia da empresa é destinada para alternativas de reciclagem e reutilização. “Vidros, lâmpadas, sucatas metálicas, óleo vegetal, papel, papelão e plástico são destinados à empresas especializadas em reciclagem. Já materiais como lodo (biológico e físico-químico), pilhas, baterias e sólidos contaminados, são destinados à aterros industriais e os cartuchos de impressão, bombonas plásticas e madeira, são reutilizados na própria empresa ou por seus fornecedores”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo o diretor da empresa, Hildebrando Tuca Reinert, além do programa de gerenciamento de resíduos, a Leal trata seus efluentes em estações de tratamento próprias e reutiliza 12 mil litros de água diariamente por meio da gestão de recursos hídricos. “Uma parte dos efluentes tratados são reutilizados e o restante é direcionado primeiramente para o açude existente na propriedade e, posteriormente, para a rede pública de coleta e tratamento de esgotos”, conta.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></p>
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		<title>Manual verde para levar no bolso (super aplicativos verdes para iPhone)</title>
		<link>http://blog.institutoideias.com.br/manual-verde-para-levar-no-bolso-super-aplicativos-verdes-para-iphone/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 08:17:56 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Dicas simples para mudar alguns hábitos cotidianos que a gente muitas vezes nem percebe, mas que o meio ambiente sente, e como. Essa é a proposta do aplicativo Manual de Etiqueta Sustentável Bilíngue (português e inglês), elaborado com conteúdo do Planeta Sustentável, projeto multiplataforma que mobiliza as revistas e sites da Editora Abril. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Dicas simples pa<img class="alignleft" src="http://exame0.abrilm.com.br/assets/pictures/38088/size_590_App-planeta.jpg?1315097627" alt="" width="354" height="266" />ra mudar alguns hábitos cotidianos que a gente muitas vezes nem percebe, mas que o meio ambiente sente, e como. Essa é a proposta do aplicativo Manual de Etiqueta Sustentável Bilíngue (português e inglês), elaborado com conteúdo do Planeta Sustentável, projeto multiplataforma que mobiliza as revistas e sites da Editora Abril. O aplicativo gratuito reúne 50 práticas, de uso de água à consumo de energia e reciclagem. Além de compartilhar as dicas com os amigos – por email, pelo <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://twitter.com">twitter</a></span> ou pelo <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.facebook.com">facebook</a></span> –, o usuário pode medir sua própria performance, através de uma árvore que cresce a cada ação sustentável. Disponível na </span><a href="http://itunes.apple.com/br/app/id441632482?mt=8" target="_blank"><span style="color: #000000;">App Store.</span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte:</strong> <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://exame.abril.com.br">EXAME.com</a></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tecnologias Verdes terão registro de Patente facilitado</title>
		<link>http://blog.institutoideias.com.br/tecnologias-verdes-terao-registro-de-patente-facilitado/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 08:10:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O anúncio foi feito , na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), durante a assinatura de um acordo entre o Inpi e o Escritório Europeu de Patentes (EPO) que viabiliza a troca de documentos em português e inglês. A gerente do Patentes Verdes, Patrícia Carvalho dos Reis, informou à Agência Brasil que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.vivagreen.mobi/uploads/noticias/thumb_819_patver.jpg" alt="" width="195" height="122" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O anúncio foi feito , na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (<span style="text-decoration: underline;"><a href="www.firjan.org.br">Firjan</a></span>), durante a assinatura de um acordo entre o <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.inpi.gov.br">Inpi</a></span> e o Escritório Europeu de Patentes (<span style="text-decoration: underline;"><a href="www.epo.org">EPO</a></span>) que viabiliza a troca de documentos em português e inglês.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A gerente do Patentes Verdes, Patrícia Carvalho dos Reis, informou à <span style="text-decoration: underline;"><a href="agenciabrasil.ebc.com.br">Agência Brasil</a></span> que o projeto tem o objetivo de acelerar o registro de patentes com o potencial de diminuir os efeitos das mudanças climáticas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.inpi.gov.br">Inpi</a></span> divulgará no dia 17 de abril a lista das tecnologias cujo registro poderá ser acelerado. O tempo de espera pelas patentes poderá ser reduzido dos atuais 5 anos e 4 meses para 2 anos. O tempo de concessão das patentes, no entanto, permanecerá inalterado em 20 anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os registros que poderão ser beneficiados pelo projeto serão selecionados por meio da avaliação de uma comissão técnica do <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.inpi.gov.br">Inpi</a></span> – que determinará se a patente em questão é verde ou não. Até 500 pedidos poderão participar da primeira chamada do Patentes Verdes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Depois de um ano, o <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.inpi.gov.br">Inpi</a></span> avaliará a possibilidade de prorrogação do projeto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.vivagreen.mobi">Viva Green</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mata atlântica tem taxa de desmate próximo de zero</title>
		<link>http://blog.institutoideias.com.br/mata-atlantica-tem-taxa-de-desmate-proximo-de-zero/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 08:16:43 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[sos mata atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[vegetação nativa]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; A Mata Atlântica, o mais desmatado dos biomas brasileiros, registrou taxa de abate da vegetação nativa próxima de zero entre 2008 e 2009, segundo o mais recente monitoramento por satélite, apresentado pelo Ministério do Meio Ambiente. Seis dos Estados que compõem o bioma não registraram nenhuma área desmatada maior que 4 hectares (40 quilômetros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;"><img class="alignleft" src="http://www.ecofidelidade.com.br/servidor/noticias/images/68.jpg" alt="" width="293" height="164" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Mata Atlântica, o mais desmatado dos biomas brasileiros, registrou taxa de abate da vegetação nativa próxima de zero entre 2008 e 2009, segundo o mais recente monitoramento por satélite, apresentado pelo <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.mma.gov.br">Ministério do Meio Ambiente</a></span>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Seis dos Estados que compõem o bioma não registraram nenhuma área desmatada maior que 4 hectares (40 quilômetros quadrados), limite de &#8220;visão&#8221; das imagens de satélites.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na média, a Mata Atlântica, que reúne parte do território de 15 Estados, teve 0,02% de desmatamento, ante 0,25% registrado entre 2002 e 2008. Até 2009, o bioma havia perdido 75,9% da vegetação nativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em outros dois biomas que passaram a ter o desmatamento monitorado por satélites, o ministério também constatou queda no ritmo do desmatamento: o Pantanal perdeu 0,12% de sua vegetação nativa entre 2008 e 2009, e o Pampa, que já perdeu mais de metade (54,12%) de sua vegetação, registrou desmatamento de 0,18% no período.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;É uma boa notícia. O ritmo é muito menor que o registrado até 2008, mas a pressão ainda existe e precisamos aperfeiçoar a metodologia de monitoramento para orientar a fiscalização e a política de recuperação ou supressão legal da vegetação&#8221;, disse a ministra Izabella Teixeira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Amazônia e o Cerrado têm dados de monitoramento mais recentes, por serem os biomas que mais perdem vegetação nativa no País. O Cerrado é o recordista em desmatamento &#8211; perdeu, entre 2008 e 2009, 7,6 mil quilômetros quadrados de vegetação nativa ou 0,37% de sua área total. No mesmo período, a Amazônia perdeu 7,4 mil quilômetros quadrados de floresta, o equivalente a 0,17% de sua área.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Apesar dessas quedas, o comando da área ambiental do governo aponta preocupação com a dinâmica do abate da vegetação nativa. No Pantanal, por exemplo, o desmatamento que avançava nas bordas do bioma passou a ser registrado nas áreas mais centrais. Corumbá foi o município que mais desmatou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;É uma situação preocupante, comandada principalmente pela conversão da vegetação nativa em pastos para a criação de gado zebu&#8221;, disse o secretário de Biodiversidade, Bráulio Dias, que deixou o cargo para ocupar o posto de secretário executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica da <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.onu.org.br">ONU</a></span>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na Mata Atlântica, Dias explicou que os dados oficiais divergem dos divulgados pela entidade <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.sosmatatlantica.org.br">SOS Mata Atlântica</a></span> porque o ministério considerou o limite estrito do bioma e não apenas a vegetação de florestas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os dados deverão reforçar o apoio do governo à reforma do Código Florestal já aprovada pelo Senado, que prevê a recomposição de parte das áreas de preservação permanente desmatadas. A votação na Câmara está prevista para o início de março.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Limite Oficial</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para a <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.sosmatatlantica.org.br">SOS Mata Atlântica</a></span>, apesar de os dados trazerem uma boa notícia, eles pedem algumas ponderações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">De acordo com Márcia Hirota, diretora da entidade, o monitoramento não levou em conta os limites oficiais do bioma, definidos na Lei da Mata Atlântica, de 2006. Ela incluiu as chamadas matas secas de Minas Gerais, Bahia e Piauí, mas essas áreas ficaram fora do cálculo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;São áreas protegidas por lei, mas que têm sofrido forte ameaça&#8221;, diz. Segundo a ONG, nos últimos anos, os maiores desmatamentos do bioma vêm sendo observados justamente nessas regiões. Em nota oficial, a SOS Mata Atlântica também criticou o posicionamento da ministra Izabella sobre o Código Florestal: &#8220;Reforça o equívoco, pois, com a aprovação do atual texto, a Mata Atlântica estará irremediavelmente condenada&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Marta Salomon e Giovana Girardi &#8211; AE</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Fonte:</strong> <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.ecofidelidade.com.br">Ecofidelidade</a></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11px; line-height: normal;"><br />
</span></p>
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		<title>Computação em nuvem (super tendências verdes para 2012)</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 08:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Carbon Disclosure Project]]></category>
		<category><![CDATA[CDP]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia da informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Tendência na área de tecnologia da informação, o cloud computing tem se revelado não só como opção econômica e segura para armazenar informações e cortar gastos operacionais, mas como uma aliada no processo de redução das emissões de carbono. Um estudo do CDP (Carbon Disclosure Project), principal plataforma de reporte de emissões adotada há mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://exame2.abrilm.com.br/assets/pictures/47603/size_590_cloud-computing.jpg?1325880535" alt="" width="248" height="186" /><span style="color: #000000;">Tendência na área de tecnologia da informação, o cloud computing tem se revelado não só como opção econômica e segura para armazenar informações e cortar gastos operacionais, mas como uma aliada no processo de redução das emissões de carbono. Um estudo do CDP (Carbon Disclosure Project), principal plataforma de reporte de emissões adotada há mais de dez anos pelas maiores companhias do mundo, mostra que uma empresa que aposta na virtualização de servidores pode reduzir seu consumo de energia e ainda diminuir as emissões de carbono pela metade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Algumas gigantes do setor, como Google e Facebook já utilizam o serviço. Até 2020, grandes companhias britânicas que utilizam a computação em nuvem poderão economizar 1,2 bilhões de libras (3,3 bilhões de reais) em energia e evitar a emissão anual de 9,2 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera, o equivalente a retirar das ruas 4 milhões de carros de passeio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://exame.abril.com.br">EXAME.com</a></span></p>
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		<title>Jovens de comunidades carentes participarão da Rio+20</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 08:10:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência das Nações Unidas]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[economia verde]]></category>
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		<category><![CDATA[inclusão social]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Rio+20]]></category>

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		<description><![CDATA[A inclusão social é uma das marcas que o Comitê Nacional Organizador da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, pretende imprimir ao evento. O comitê vai convidar pelo menos 1.000 jovens de comunidades carentes do Rio para participar de diversos serviços durante o encontro, tanto no Centro de Convenções Riocentro, na zona oeste, local da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A inclusão social é uma das marcas que o Comitê Nacional Organizador da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, pretende imprimir ao evento. O comitê vai convidar pelo menos 1.000 jovens de comunidades carentes do Rio para participar de diversos serviços durante o encontro, tanto no Centro de Convenções Riocentro, na zona oeste, local da agenda oficial, quanto nas áreas destinadas a eventos paralelos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo a coordenação de imprensa da Rio+20, os jovens receberão treinamento em meio ambiente, desenvolvimento sustentável e direitos humanos, além de temas específicos da conferência, como economia verde, erradicação da pobreza e governança global. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Embora não estejam definidas todas as tarefas que os grupos de jovens irão desempenhar na Rio+20, já está certo que eles ajudarão na informação ao público e na acessibilidade aos locais. Serão também um elo entre a organização da conferência e a sociedade. Poderão ainda trabalhar como voluntários, ajudando pessoas portadoras de deficiência na locomoção e acesso aos eventos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Comitê Nacional de Organização da Rio+20, o governo do estado e a prefeitura do Rio vão definir quem fará o treinamento da mão de obra e ajudará no planejamento dos serviços. Segundo a coordenação de imprensa, os organizadores estão abertos ao engajamento de entidades que queiram participar da promoção de inclusão social na Rio+20.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Fonte:</strong> <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://planetasustentavel.abril.com.br">Planeta Sustentável</a></span></span></p>
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		<title>Japão vai desativar seis reatores da Usina de Fukushima</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 08:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes nucleares]]></category>
		<category><![CDATA[Fukushima]]></category>
		<category><![CDATA[Fukushima Daiichi]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Usina Nuclear]]></category>

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		<description><![CDATA[Após 13 meses dos acidentes nucleares no Japão, o clima de apreensão permanece no país. Por motivo de precaução, foi anunciado que quatro dos seis reatores da Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, no Nordeste do país, serão desativados no dia 20. A Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, uma das maiores do Japão, passará a operar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.vivagreen.mobi/uploads/noticias/thumb_820_fukushima2.jpg" alt="" width="279" height="175" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Após 13 meses dos acidentes nucleares no Japão, o clima de apreensão permanece no país. Por motivo de precaução, foi anunciado que quatro dos seis reatores da Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, no Nordeste do país, serão desativados no dia 20.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, uma das maiores do Japão, passará a operar com 50 reatores, e não mais 54. De acordo com especialistas, os reatores desativados ficaram condenados depois de atingidos pelo terremoto seguido por <em>tsunami</em>, em 11 de março do ano passado. Os vazamentos e explosões afetaram a região em volta da usina, provocando o esvaziamento de cidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para as autoridades japonesas e a empresa Tepco, serão necessários pelo menos quatro décadas para desativar de forma definitiva todas as unidades da Usina de Fukushima. A Agência de Segurança Nuclear do Japão elabora um pacote definindo novas regras de segurança para as usinas do país, que incluem as orientações baseadas na experiência do acidente de Fukushima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Na relação das 30 novas regras em fase de elaboração está a obrigatoriedade de as centrais contarem com duas ou mais fontes de energia para arrefecer os reatores, caso uma fique inutilizada devido aos impactos de um terremoto ou <em>tsunami</em>, como ocorreu em Fukushima.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As medidas ainda devem ser submetidas ao primeiro-ministro, Yoshihiko Noda, pelo ministro e porta-voz do governo do Japão, Osamu Fujimura, e os responsáveis pelo Ministério da Indústria, Yukio Edano, e do setor de energia nuclear de Fukushima, Goshi Hosono.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">fonte: Agência Brasil</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fonte: <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.vivagreen.mobi">Viva Green</a></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ufam descobre planta que &#8220;despolui&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 08:11:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Alocasia macrorhiza]]></category>
		<category><![CDATA[orelha-de-elefante-gigante]]></category>
		<category><![CDATA[planta aquática]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento das águas]]></category>
		<category><![CDATA[Ufam]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Federal do Amazonas]]></category>

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		<description><![CDATA[Um grupo de pesquisa da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) está desenvolvendo um sistema baseado na planta aquática orelha-de-elefante-gigante (Alocasia macrorhiza) para o tratamento das águas do igarapé contaminado de Manaus. O engenheiro químico Josias Coriolano de Freitas, cuja tese de doutorado identificou a capacidade da planta em absorver metais pesados, diz que a orelha-de-elegante-gigante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.ecofidelidade.com.br/servidor/noticias/images/71.jpg" alt="" width="304" height="167" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Um grupo de pesquisa da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) está desenvolvendo um sistema baseado na planta aquática orelha-de-elefante-gigante (Alocasia macrorhiza) para o tratamento das águas do igarapé contaminado de Manaus.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O engenheiro químico Josias Coriolano de Freitas, cuja tese de doutorado identificou a capacidade da planta em absorver metais pesados, diz que a orelha-de-elegante-gigante ajuda na recuperação de áreas degradadas e no tratamento de efluentes líquidos, entre outras ações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;A planta pode ser utilizada naturalmente. Não é preciso usar nenhum produto químico. No momento o grupo está procurando aperfeiçoar o sistema de tratamento natural&#8221;, disse Freitas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A pesquisa do engenheiro químico foi realizada entre 2008 e 2010 e foi divulgada no inicio do mês pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), agência financiadora do estudo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A orelha-de-elefante-gigante é uma planta de origem asiática, mas que se adaptou bem ao clima tropical da Amazônia. Em Manaus, ela é comum nas matas ciliares. A pesquisa de Freitas atestou que a orelha-de-elefante-gigante tem capacidade para absorver grandes concentrações de chumbo, seguido de cromo, cadmo, cobre, níquel e zinco.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Controle</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O engenheiro químico destaca que a viabilização do controle de metais pesados em regiões urbana passa primeiramente por um sistema de tratamento de esgoto doméstico e industrial adequado, reciclagem do lixo urbano e programa de educação ambiental.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Infelizmente as ações para a redução dos metais pesados em Manaus são bastante pontuais e os programas governamentais não tem continuidade. Devemos continuar investindo em pesquisas porque desta forma teremos mais opções para fazer a melhor escolha de descontaminação do ambiente&#8221;, observou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Mas nos casos onde os metais já estão presentes e consolidados, a planta orelha-de-elefante-gigante é a alternativa para evitar um malefício maior, embora existam outras espécies que possam possuir a mesma capacidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Há plantas que se estressam, ficam atrofiadas, mudam de cor, mudam seu DNA e têm anomalias. A orelha-de-elefante-gigante, durante a nossa pesquisa, não apresentou nenhum estresse. Era resistente e mostrou ter uma vida longa mesmo acumulando uma quantidade muito alta de metais pesados&#8221;, explicou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Segundo Freitas, a grande concentração de chumbo na planta deve-se à competição entre os metais, que leva à preferência da planta por um deles.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Dois fatores foram fundamentais para a absorção do chumbo: a alta concentração e a competição entre os outros metais. A variação da concentração dos outros metais faz com que exista uma competição entre eles e com isso a planta terá preferência pelo o chumbo. Geralmente, o chumbo está associado a origem urbana, principalmente lixo e a atividade industrial&#8221;, explicou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O trabalho de campo para análise da pesquisa foi feito em áreas cujo nível de contaminação é elevado. É o caso de igarapés próximos da Universidade Luterana, no conjunto Atílio Andreazza, no Japiim, na Zona Sul; na Avenida Torquato Tapajós, no bairro Flores, na Zona Norte; no Conjunto Jardim de Versalles, no bairro Planalto, na Zona Centro-Oeste; no Posto Rodoviário de Manaus da Rodovia BR-174, quilômetro 7, e em uma área não impactada localizada na Ufam, no bairro Coroado, na Zona Leste.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Elaíze Farias AC</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.ecofidelidade.com.br">Ecofidelidade</a></span></p>
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