Archive for janeiro \31\UTC 2012

Oportunidade Profissional – IDEIAS

janeiro 31st, 2012
Local: Grande Vitória – ES
Função: Monitor de Experimentos
Formação: Curso completo ou incompleto de Física ou áreas afins
Atividades: Capacitação de profissionais para explanação e manuseio de experimentos, Comunicação com público infanto-juvenil e grupos de foco através da explanação de experimentos relacionados a energia.
Forma de Contratação: CLT – 08 horas diárias
Salário: R$ 1.400,00 + Vale Transporte + Vale Alimentação ou Refeição

Interessados favor enviar currículo para: rh@institutoideias.com.br

 

Rio de Janeiro pagará Bolsa Verde

janeiro 31st, 2012

O estado do Rio de Janeiro será o primeiro do país a pagar uma Bolsa Verde. O incentivo, no valor de R$300, será dado trimestralmente a famílias em situação de extrema pobreza que vivam em unidades de conservação e desenvolvam ações para preservá-las.

A iniciativa tem o objetivo de desenvolver um mercado de ativos ambientais para promover a economia sustentável. A Bolsa Verde, que entra em operação em abril de 2012, será o primeiro mercado de carbono brasileiro, em que as indústrias do Rio poderão negociar energia renovável ou biomassa, além da recuperação de áreas florestais e tratamentos de resíduos.

O acordo de cooperação foi assinado esta semana entre a Secretaria do Ambiente do Estado do Rio, a Secretaria de Fazenda do Município do Rio e a Bolsa Verde RIO (BVRio), uma associação sem fins lucrativos.

Fonte: Atitude Sustentável

Ferramenta permite avaliação de sustentabilidade em móveis

janeiro 30th, 2012

Uma nova ferramenta pode ajudar designers e compradores a avaliar a sustentabilidade de um móvel: o Ecotool. Um software disponível para uso online, o projeto avalia o grau de melhoria ambiental de um produto de acordo com os princípios de eco-design, reciclagem e possibilidades de reutilização.

O Ecotool permite, por exemplo, avaliar quais são os pontos menos sustentáveis de um produto para serem melhoradas. Para isso, o usuário deve inserir uma série de informações sobre o produto, como as matérias-primas utilizadas e os processos de construção.

O projeto indica, porém, que os resultados finais são destinados para quantificar o grau de melhoria ambiental através de um valor numérico, não servindo como índice oficial ou um valor normativo.

Clique aqui para acessar o Ecotool (em italiano).

Fonte: Atitude Sustentável

Conferência Cidades Verdes III – Prevenindo e remediando catástrofes na era do aquecimento global

janeiro 27th, 2012
Assista ao vivo, aqui! Confira a programação:
Dia 27.01.2012
Local: Centro de Convenções da FIRJAN Av. Graça Aranha, 01 / 2º andar.
08:00 / 08:30 – credenciamento e café da manhã
08:30 / 09:00 – Mesa de Abertura
Alfredo Sirkis – Deputado Federal (PV) e Presidente da Subcomissão Rio + 20.
Marilene Ramos – Presidente do INEA Instituto Estadual do Ambiente.
Luiz Fernando Pezão – Vice-Governador e Coordenador Executivo dos Projetos e Obras de Infraestrutura do
Estado do Rio de Janeiro.
09:00 / 10:30 – Mesa 1 – O Rio de Janeiro e o aquecimento global
Coordenação: André Trigueiro – jornalista.
Prof. Emílio La Rovere – Coordenador do LIMA – Laboratório Interdisciplinar de Meio Ambiente da UFRJ.
Aspásia Camargo – Deputada Estadual (PV).
Sérgio Besserman – Presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
Marilene Ramos – Presidente do INEA Instituto Estadual do Ambiente.
10:30 / 11:00 – debate
11:00 / 12:00 – Mesa 2 – Friburgo e Teresópolis, reconstrução e prevenção
Coordenação: Amélia Gonzalez – Jornalista, editora do caderno Razão Social do Jornal O Globo
Leila Soraya Menezes – Coordenadora do Projeto “Mudanças climáticas e respostas a desastres” da CARE-Brasil.
Fernando Gabeira – Jornalista
Vinicius Leal Cavalleiro – Promotor de Justiça e Coordenador-Geral do 6º Centro de Apoio Operacional do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
12:00 / 12:30 – debate
12:30 / 13:30 – intervalo para almoço
13:30 / 14:30 – Mesa 3 – Uma nova defesa civil
Coordenação: Paulo Messina – Vereador (PV)
Maria Nazareth Solino – Membro do Grupo de Estudos em Redução de Desastres do Instituto Brasileiro de Petróleo e colaboradora da Defesa Civil Municipal e Estadual do Rio de Janeiro.
Marcelo Tilio – Coordenador de Projetos da Tecgraf da PUC-Rio.
Glauber Braga – Advogado e Deputado Federal (PSB/RJ).
14:30 / 15:00 – debate
15:00 / 16:30 – Mesa 4 – Um urbanismo da era de aquecimento global
Coordenação: Thais Corral – Coordenadora Geral da Redeh – Rede de Desenvolvimento Humano
Jeb Brugman – Sócio Gerente da The Next Practice e Consultor Estratégico  Sênior do ICLEI Governos Locais pela Sustentabilidade.
Eduardo Jorge – Secretário Municipal da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Cidade de São Paulo.
Felipe Peixoto – Secretário Estadual de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca do Governo do Rio de Janeiro.
Alfredo Sirkis – Deputado Federal (PV) e Presidente da Subcomissão Rio + 20.
16:30 – 17:15 – Debate
17:15 / 17:45 – encerramento e considerações
17:45 – 18:00 – Café

Mudança climática pode tornar chocolate artigo de luxo

janeiro 27th, 2012

Um recente estudo, bancado pela Fundação Bill e Melinda Gates, mostra que a mudança climática global pode muito bem interferir na produção de chocolate, a ponto dessa guloseima tão acessível nos dias de hoje se tornar um artigo de luxo nas próximas décadas.

Segundo a conclusão do estudo, o aumento da temperatura em cerca de 2,3ºC, até 2050, faria a área de plantio de cacau na Costa do Marfim e em Gana cair significativamente. Os dois países africanos concentram mais da metade de produção de cacau no mundo.

A mudança climática, somada à elevação do consumo por países emergentes como a China, elevaria o preço final do chocolate. No Reino Unido, o ajuste de alguns produtos já superou os índices inflacionários.

Para contornar o problema do aquecimento global, o plantio de cacau poderia migrar para regiões mais altas, onde o clima é mais ameno. Mas, no caso dos dois países que ficam no oeste africano, essa não é uma opção tão válida assim, já que há predomínio de planícies.

A alternativa mais viável seria desenvolver pés de cacau mais resistentes para suportar um clima mais quente.

Este não é o primeiro estudo que relaciona o aquecimento global à falta de produtos em um cenário futuro. Vinho francês e massa italiana também correriam o risco de sumir das refeições.

 

O problema do lixo eletrônico nos aterros tecnológicos

janeiro 26th, 2012

O lixo eletrônico é um dos problemas que crescem mais rápido no mundo. Altamente tóxico, a produção tende a crescer por causa da obsolescência programada, recurso que encurta a durabilidade ou funcionamento do produto.

Em aterros eletrônicos nos portos de Karachi, no Paquistão, cargueiros provenientes de Dubai transportam contêineres com peças velhas e quebradas vindas geralmente dos Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, entre outros.  O material recolhido é reciclado no bairro de Sher Sha, onde mais de 20 mil pessoas vivem da reciclagem, que é feita sem cuidados com ambiente e com a saúde. Por causa da inalação de gases tóxicos durante o processo de separação das peças, o bairro tem o maior índice de casos de câncer de pulmão e de problemas respiratórios do país.

De acordo com o relatório ambiental de 2010 da ONU, são produzidos anualmente 50 milhões de toneladas de lixo tecnológico. Além disso, há previsões para o crescimento de 500% de volume de dejetos  em países como Índia, China e África do Sul. Já o Brasil, o México e o Senegal são, entre as nações em desenvolvimento, os campeões mundiais de e-lixo per capita, com 0,5 quilos anuais produzido por habitante.

A vida média de um equipamento eletrônico atualmente é de um ano e meio. Segundo Neil Maycroft, professor da Lincoln School of Art & Design, na Inglaterra, o resultado de tanto lixo é a curta existência dos aparelhos. “De um lado, os produtos são feitos para durar pouco. De outro, há obsolescência estilística” – disse Maycroft.

Como nem tudo está perdido, o especialista em sustentabilidade britânico James Clark, da Universidade de York, acredita que há soluções para o drama do lixo eletrônico. “O Japão, graças a um programa bem feito de reaproveitamento de equipamentos, hoje acumula três vezes mais ouro, prata e o metal índio (usado na fabricação de telas de cristal líquido e painéis solares) do que o mundo usa anualmente” – alegou Clark. Medidas como a japonesa alimentam um negócio interessante e de futuro, desde que seja organizado e com regras claras.

Microgerador transforma movimento de pneus em energia

janeiro 25th, 2012

O laboratório belga IMEC criou um minúsculo gerador capaz de produzir energia a partir das vibrações normais dos pneus durante o movimento de um carro.

O “dispositivo de colheita de energia” é capaz de gerar 42 microWatts de potência de forma sustentada quando o veículo roda a 70 km/h. Em condições especiais de rodagem, ele chegou a gerar quase 12 vezes mais – 489 microWatts.

Contudo, os 42 microWatts são suficientes para alimentar sensores, como os usados nos sistemas de monitoramento da pressão dos pneus, já presentes em alguns carros – a vantagem é que esses sistemas não mais dependerão da troca de baterias.

O aparelho deverá também viabilizar automações adicionais, como sensores para monitorar a qualidade da estrada, ajustando automaticamente a suspensão, sistemas de segurança, detectando estilos de direção mais agressivos, e mesmo um monitoramento da integridade estrutural dos pneus.

Indústria e meio ambiente
Mas o coletor de energia não terá seus usos restritos à indústria automotiva. Ele poderá ser instalado em qualquer equipamento que apresente algum tipo de vibração ou esteja sujeito a choques periódicos.

Isto inclui desde máquinas industriais até o monitoramento de estruturas civis, como pontes e edifícios, viabilizando ainda as redes de sensores, que deverão ser usadas para monitorar o meio ambiente e até a integridade estrutural de aviões.

O chip coletor de energia usa minúsculas vigas feitas de um material piezoelétrico, o nitreto de alumínio, que gera eletricidade quando é submetido a um impacto mecânico.

Fonte: CIMM

IDEIAS é parceiro do 6º Fórum Nacional de Resíduos em Portugal

janeiro 24th, 2012

O Grupo About Media e o Jornal Água & Ambiente irão realizar, em Lisboa, o “6º Fórum Nacional de Resíduos: Os Resíduos na Base de uma Nova Economia Emergente”, entre os dias 27 e 29 de Fevereiro.
O Fórum abordará os temas ”Reciclagem: Sustentabilidade e Limites”, ”Recursos Derivados de Resíduos”, ”Resíduos: Problema ou Negócio?” e ”Nova Política para o Sector dos Resíduos: Reestruturação e/ou Privatização”.
Este é o maior encontro do setor dos resíduos em Portugal, onde se reúnem as principais empresas  e especialista no mercado dos resíduos. Durante três dias, os participantes terão a oportunidade de estabelecer contatos com pessoas renomadas e especialistas do setor de resíduos de Portugal e outros Países Europeus. Além disso, conhecer as últimas tecnologias emergentes, estabelecer parcerias e identificar oportunidades de negócio.
Público-Alvo:
– Empresas multimunicipais, intermunicipais e municipais de gestão de resíduos;
– Sociedades gestoras de fluxos específicos de resíduos;
– Operadores e retomadores de gestão de resíduos;
– E mpresas fornecedoras de produtos e serviços para a gestão de resíduos;
– Empresas de consultoria;
– Entidades financeiras.
- Diretores de produção e de ambiente de empresas do setor industrial;
- Investigadores, professores e estudantes universitários que desenvolvam ou pretendam vir a desenvolver competências na área de resíduos ou   onde os resíduos  desempenhem um papel fundamental na sua atividade;
- Todas as empresas para as quais os resíduos assumem um fator relevante na sua atividade.
O Instituto IDEIAS sente-se honrado em apoiar eventos que promovem o desenvolvimento do Setor de Resíduos, e é por isso que também somos parceiros do “6º Fórum Nacional de Resíduos”. Confira a programação!
Para conferir a programação acesse o site.

Elásticos feitos com pneu de bicicleta

janeiro 24th, 2012

Produtos sustentáveis fazem parte da mudança por melhores condições

Uma maneira de ser mais sustentável em suas ações diárias é optar por produtos sustentáveis e reciclados. Apesar de não resolverem os problemas ambientais, deixar de usar produtos nocivos é importante, principalmente para demonstrar para as empresas uma mudança de percepção por parte dos consumidores e cobrar mudanças de postura.

Um exemplo é esse elástico fabricado na Suíça, que utiliza câmaras de bicicleta usadas como matéria-prima. Pode parecer pequeno, mas o fato de tirar os pneus de circulação e dar a eles uma nova finalidade já é sustentável. 70 unidades do Plattfuss são vendidas por US$ 8.

Veja mais informações sobre o produto aqui e aqui.

Fonte: Atitude Sustentável

 

Edifícios verdes ainda são minoria no Brasil, um dos países que mais investem em construções sustentáveis

janeiro 23rd, 2012

Por Flávia Villela
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O Brasil está em quarto lugar entre 120 países com maior número de empreendimentos que podem receber o Selo Verde, nome pelo qual é conhecido o Leadership in Energy and Environmental Design (Leed), um protocolo de avaliação e certificação internacional de edifícios ecologicamente sustentáveis. Mesmo assim, apenas 1% do que é construído no país se encaixa no conceito de sustentabilidade ambiental.

De acordo com o gerente de Relações Institucionais e Governamentais da Green Building Council (GBC) Brasil, Felipe Faria, o país está à frente de nações como Canadá e Índia em número de certificados verdes e a demanda de mercado por construções sustentáveis não para de crescer. Mas os desafios nessa área ainda são grandes, segundo Fábio, sobretudo devido ao preconceito e à falta de informação.

“Os custos operacionais da edificação são baixos e, para os governos, é muito mais fácil investir em eficiência energética do que em aumento de produção de energia. Muitos ainda acham que os custos são maiores, mas, em muitos casos, sai mais barato investir em projetos verdes. Investir em eficiência energética e uso racional de água vale muito a pena”.

O executivo da GBC Brasil participou do 13º Encontro de Energia do Rio de Janeiro (Enerj) e falou sobre as vantagens de investir em edifícios verdes e a situação do Brasil nesse setor. Ele destacou o avanço das indústrias de materiais de construção, que estão investindo muito e rapidamente em produtos de baixo impacto ambiental. “São produtos que não existiam há cinco ou seis anos, como tintas e vernizes com baixos compostos orgânicos voláteis, ligas de alumínio com 80% de reciclagem, enfim, produtos que hoje são padrão. Hoje não falta tecnologia, o importante é ter bons projetos”.

No Rio de Janeiro, o aumento do número de empreendimentos com eficiência energética e baixo impacto ambiental está associado a incentivos fiscais e leis municipais. De acordo com o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro, Jorge Luiz Arraes, até o momento, mais de 160 mil metros quadrados (m²) de projetos ambientalmente sustentáveis já foram aprovados na região portuária, que passa por um processo de revitalização para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada de 2016.

“São entre 13 e 15 prédios que estão seguindo todas as regras urbanísticas e ambientais da prefeitura. A legislação obriga que novos empreendimentos na área portuária obedeçam a parâmetros específicos como economia de consumo de água e reaproveitamento da água da chuva, uso de aquecimento solar, acesso facilitado para bicicletas, materiais com certificação ambiental, entre outros”.

Os empreendimentos fazem parte do projeto Porto Maravilha, da prefeitura, que abrange 5 milhões de m² de uma das áreas mais degradadas do centro da cidade, que é a zona portuária. Além de diversas intervenções sociais e ambientais, o projeto prevê o plantio de 15 mil árvores e a ampliação da área verde, que hoje ocupa apenas 2,5% da região, para 10%.

Fonte: Agência Brasil

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