Como seria o céu se pudéssemos ver as estrelas?

junho 17th, 2013 by comunicacao View Comments »

Um dos artistas pioneiros da fotografia digital, o fracês Thierry Cohen, trabalha, desde 2010, no projeto “Villes Enteintes” (“Cidades Escurecidas”, em tradução livre), cujo principal objetivo é demonstrar como seria a visão do céu das maiores cidades do mundo, caso não houvesse luzes artificiais, o que o autor chama de “poluição da luz”. Em outras palavras, ele reproduz o céu caso pudéssemos ver as estrelas.

O método de Cohen é preciso e remonta a metodologias usadas por artistas do início do século XIX. O artista tira fotos de uma bela paisagem em uma grande cidade, anotando o ângulo, a latitude e a longitude da exposição. Com o movimento de rotação da Terra, as mesmas estrelas podem ser vistas, após certo período, em outros lugares em que não há poluição nem luzes, como desertos e planícies. Assim, Cohen monta seu equipamento no Saara ou no Atacama e capta, na latitude e longitude corretas, a posição das estrelas.

Unindo as duas imagens, obtém-se uma visão inimaginável e questionadora. Afinal, com o aumento do urbanização, o que estamos fazendo com a relação homem-natureza? Cidades brasileiras, como São Paulo (foto no início da matéria) e Rio de Janeiro (abaixo), são dificilmente reconhecidas. Não somente por causa da falta de “poluição da luz”, mas principalmente pela ausência de poluição do ar.

Fonte: www.ecycle.com.br

Nova York cria plano bilionário de proteção contra mudanças climáticas

junho 14th, 2013 by comunicacao View Comments »

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, apresentou nesta terça-feira (11) um plano de US$ 19,5 bilhões de dólares para obras que protejam a cidade o impacto das mudanças climáticas. Contenções como muros e diques devem ajudar a prevenir inundações e danos causados por furacões como o Sandy, relata a agência de notícias France Presse. A estimativa é que, próximo do fim do século, um quarto de toda a cidade de Nova York esteja em área inundável, numa área onde devem viver cerca de 800 mil pessoas, avalia Bloomberg.

Ele divulgou um relatório de 400 páginas sobre os riscos que as mudanças climáticas representam para a metrópole.Durante a passagem do Sandy, no fim de outubro, que chegou à Nova York como supertempestade, foi determinada a evacuação de 375 mil pessoas, aponta o estudo da prefeitura. Danos materiais de bilhões de dólares e um apagão que durou vários dias também atingiram a cidade, na qual 43 pessoas morreram devido ao fenômeno climático, de acordo com a France Presse.

Próximos 40 anos

O estudo realizado pela cidade prevê que nos próximos 40 anos, o número de dias muito quentes no verão pode dobrar ou até triplicar. O nível do mar próximo à Nova York poderá subir mais de 0,6 metros do que é atualmente, de acordo com a agência de notícias Reuters.O plano apresentado por Bloomberg visa garantir que o metrô, os esgotos, a oferta de água, o trânsito, o sistema de distribuição de energia e de alimentos continuem a funcionar sem serem afetados por estes efeitos no futuro.Diante desta perspectiva, são propostos “37 projetos de defesa costeira”, entre eles uma rede de muros, diques, dunas e outros tipos de proteção no entorno da cidade, de acordo com o prefeito.

Seis metros

Alguns dos muros poderiam ter até seis metros de altura, e bloqueariam a vista da costa da cidade em Staten Island, na parte sul de Manhattan; Brooklyn, no sudeste da cidade, e em Queens, no nordeste, aréas muito afetadas pela supertempestade Sandy.”Algumas das nossas proteções costeiras podem ser controversas. Algumas podem bloquear a vista. Mas a alternativa é ficar inundado ou pior. Não podemos frear a natureza. Então, se vamos salvar vidas, vamos ter que viver com nossas realidades”, argumentou. Quanto aos custos do plano, Bloomberg afirmou que a chegada de um furacão como Sandy em 2050 custaria à cidade quase cinco vezes mais que os US$ 19 bilhões registrados como danos e prejuízos no ano passado.”Sandy custou à nossa cidade US$ 19 bilhões em danos e atividade econômica perdida. Estimamos que uma tempestade como Sandy pode custar ao redor de US$ 90 bilhões em meados do século”, disse o prefeito de Nova York.

Fonte: g1.globo.com

Cristo Redentor… braços abertos e luzes high tech

junho 13th, 2013 by comunicacao View Comments »

Oitenta anos e mais contemporâneo que nunca. Em 2011, o Cristo Redentor comemora seu octogésimo aniversário e pode ter toda sua iluminação renovada com a instalação de 300 lâmpadas LED. A novidade ganha contornos ainda mais “pomposos” por dois aspectos: primeiramente, porque o acionamento dos dispositivos deve ser feito no dia 1º de março, dia do aniversário da cidade do Rio de Janeiro.

O segundo ponto e não menos interessante, tratando-se do Cristo, é a pessoa escolhida para ligar todas as lâmpadas: o Papa Bento XVI. As luzes deverão ser acesas pelo Papa remotamente, no Vaticano ou no local onde ele estiver, por meio de um toque no celular, controle remoto ou via internet. Tudo isso vai ser viabilizado pelas “mãos” da Arquidiocese do Rio, a prefeitura da cidade e a empresa alemã Osram, que estabeleceram acordo para a revitalização do Cristo Redentor. A iluminação não é a única parte do projeto a sofrer mudanças. Toda a estrutura do monumento, como escada de acesso, estacionamento e instalações elétricas, serão renovadas.

Com a opção pela iluminação LED, a redução no consumo de energia de energia está estimada em 80% do atual, diminuindo custos de manutenção e impacto ambiental. Estas não são as únicas vantagens das luzes LED. Elas têm ainda validade de dez anos e um sistema com flexibilidade de cores que dispensará o uso de projetores para troca de iluminação quando forem realizadas campanhas especiais.
A decisão final de aplicar as luzes LED no Cristo Redentor ainda não foi oficializada. Mas, segundo a Arquidiocese do Rio, ela deverá ser anunciada nas próximas semanas.

Fonte: colunas.revistaepocanegocios.globo.com

Projeto transforma carros abandonados em jardins

junho 12th, 2013 by comunicacao View Comments »

Um grupo de amigos de São Paulo encontrou uma alternativa para transformar e se apropriar de elementos esquecidos na cidade. Eles transformam carros abandonados na rua, tomados por lixo, em jardins. O projeto foi chamado de Ocupe Carrinho.

A ideia surgiu em 2012, quando o produtor audiovisual Felipe Correlli estava em busca de uma intervenção para fazer no Baixo Centro, um festival que promove diversas atrações culturais gratuitas pelo centro de São Paulo. Ele percebeu que havia um carro abandonado há alguns meses no caminho que fazia todos os dias pra chegar ao trabalho. Até que um dia colocaram fogo no veículo, que depois de duas semanas já estava cheio de lixo. Com a ajuda de amigos, Correlli resolveu limpar o carro, pintá-lo e colocar umas mudas de plantas, transformando-o em uma jardineira.

Pedestres e amigos que andavam próximos a instalação, pararam para auxiliar na pintura. Um ano depois, os rapazes transformaram mais dois carros abandonados em jardineiras todos na mesma região e sempre com a ajuda de amigos, transeuntes e moradores de rua. O projeto ganhou nome e em pouco tempo atraiu a atenção dos moradores da capital paulista, sendo destaque em diversos blogs de sustentabilidade e arte pelo mundo.

Devido ao sucesso do projeto o novo objetivo é realizar a intervenção com mais regularidade: um carro por mês. Segundo os realizadores a intenção é através desse tipo de intervenção melhorar a autoestima e a qualidade de vida das pessoas que moram em São Paulo.

Fonte: www.greennation.com.br

Projeto SUP na Aldeia de Comboios / Aracruz

junho 11th, 2013 by Priscilla Moraes View Comments »

O Instituto IDEIAS apoiou no dia 08 de junho, o Projeto Oficina de Confecção de Pranchas de Stand Up Paddle, realizado na Aldeia Indígena de Comboios, em Aracruz, Espírito Santo.

Idealizado pelo Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica (IPEMA) e pelo Instituto Domínio Corporalm (IDC), a oficina teve o objetivo de estimular a criação de um turismo de base comunitária na Aldeia e iniciar um resgate dos jogos indígenas, como forma de preparar os jovens para que sejam profissionais aptos a desenvolver atividades esportivas relacionadas ao meio natural em que vivem. Para a confecção das pranchas foram utilizadas garrafas pet.

A Aldeia Indígena de Comboios está localizada ao norte do município de Aracruz e situada em uma península de difícil acesso por terra, dificultando o deslocamento dos jovens até as comunidades mais próximas. Sua população é de 534 habitantes, representando cerca de 20% dos últimos representantes da etnia Tupiniquim no Brasil.

Além disso, a situação socioeconômica é precária: das 111 famílias existentes, 46 não possuem renda e sobrevivem do auxílio de programas sociais do Governo. O município de Aracruz apresenta índices de 8% da cobertura original da Mata Atlântica e 40% desta cobertura se encontra nas terras da aldeia.


Fotos: Instituto Domínio Corporalm

 

 

Estudantes criam cadeira de roda movida a energia solar

junho 11th, 2013 by comunicacao View Comments »

Uma equipe de estudantes da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, desenvolveu uma cadeira de rodas movida a energia solar para participar da competição Transforme o meu mundo em um minuto, criada para o Dia Mundial da Paralisia Cerebral.

Inspirando-se na concepção do teto de um carro conversível, a cadeira foi projetada com painéis fotovoltaicos em sua parte superior, que transformam a energia solar em eletricidade, segundo informou o portal DamnGeeky. A cadeira de rodas, quando totalmente carregada, pode executar quase por 4,5 horas a velocidade máxima de 5 milhas por hora, no entanto, os painéis solares aumentam o alcance em mais de 40%, em comparação com uma cadeira de rodas operando apenas com a bateria. Os painéis solares foram projetados para carregar as baterias, mesmo em ambiente nublado.

A cadeira também possui saídas de energia USB que podem ser conectadas a um telefone, tablet ou qualquer outro dispositivo portátil usando a energia solar. Ela prevê todas as comodidades padrão de uma cadeira de roda convencional, como braços, apoio para os pés, cinto de segurança e ajustes. O projeto dos estudantes faturou o prêmio de 20 mil dólares na competição.

Fonte: www.ecodesenvolvimento.org

NASA financia impressora 3D de alimentos para combater fome e desperdício

junho 10th, 2013 by comunicacao View Comments »

Impressora 3D, usada para produzir alimentos a partir da mistura de pós especiais com água. O equipamento pode amenizar a fome ao redor do mundo e foi desenvolvido pelo pesquisador Anjan Contractor, fundador da empresa System & Materials Research Corporation (SMRC) que recebeu uma doação de, aproximadamente, 254 mil reais da agência espacial para aprimorar o novo dispositivo.

A princípio, a impressora em três dimensões foi projetada para ser usada nas casas das pessoas, produzindo alimentos com materiais de baixo custo, fáceis de serem encontrados. Além disso, o equipamento fabrica apenas a quantidade de comida necessária para cada refeição, evitando o desperdício. A NASA decidiu apoiar o projeto não só para amenizar a fome ao redor do mundo, mas, principalmente, para garantir os alimentos e evitar o desperdício ao longo das viagens espaciais, em que os astronautas se alimentam de forma bem diferente.

De acordo com o site Quartz, a impressora 3D monta as refeições a partir de uma mistura de pós, que são combinados com água e óleos especiais antes de serem despejados em um bocal, por onde saem as comidas prontas. O incrível equipamento também fabrica pizzas: a impressora 3D produz a massa, assada na estrutura. Depois, o dispositivo despeja uma camada de molho e outra com o recheio escolhido – tudo feito na própria impressora. Os testes do produto também apostam na alimentação sustentável: até agora, as pizzas estão ganhando recheios de insetos e materiais orgânicos.
Ainda não há previsão para o lançamento oficial da impressora de comida, mas experiências estão sendo realizadas para que o equipamento chegue ao mercado num futuro próximo. As impressoras 3D já são uma realidade no mundo inteiro, e vêm sendo cada vez mais usadas na fabricação de objetos, como brinquedos, armas e próteses.

Fonte: ciclovivo.com.br

Londrinos vão beber água reciclada do esgoto

junho 7th, 2013 by comunicacao View Comments »

Algumas estimativas indicam que o verão vai se tornar mais quente e seco e o inverno, mais úmido e com tempestades mais intensas em diversas regiões do mundo. Além disso, as grandes cidades tendem a ficar mais populosas, tendo como uma de suas consequências uma demanda maior por produtos naturais, como a água. A Thames Water, empresa de água que abastece a cidade de Londres, na Inglaterra, e outros municípios ao seu redor, prevê que atenderá aproximadamente 10,4 milhões de pessoas em 2014, o que significará um aumento de 230 a 340 milhões de litros por dia (atualmente, a população atendida é de 9 milhões).

Para garantir um abastecimento adequado, a empresa pretende consertar canos com vazamentos, instalar medidores de água em cada edifício e incentivar as pessoas a reduzirem seu consumo diário de 160 para 150 litros de água. No entanto, a Thames Water acredita que esses procedimentos não serão suficientes para atender a demanda esperada para daqui a 10 anos e por isso desenvolveu uma nova estratégia, que consiste em reciclar a água do esgoto, a fim de oferecer água potável em quantidade suficiente.

A reciclagem da água será feita por meio da hidrólise térmica, em que o lodo do esgoto é colocado em um recipiente que simula uma grande panela de pressão. Em seguida, sob alta temperatura e pressão, a tampa é aberta e as células das bactérias estouram, o que ocasiona a desintegração e dissolução das estruturas celulares.  Contudo, essa nova estratégia esbarra na “rejeição psicológica do consumidor”, segundo alguns pesquisadores, bem como nos perigos de a água ser inserida nos rios sem um tratamento prévio adequado, o que é altamente danoso quando se trata de produtos farmacêuticos presentes no esgoto, pois eles são mais resistentes à quebra de moléculas.

Fonte: www.ecycle.com.br

 

IDEIAS participa de Semana do Meio Ambiente do TRE-ES

junho 6th, 2013 by Priscilla Moraes View Comments »

No último dia 03 de junho, o Instituto IDEIAS participou da I Semana do Meio Ambiente do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo, na sede do órgão. A Diretora Presidente do IDEIAS, Tereza Romero, realizou a palestra de abertura do evento, com o tema “Avanços e Desafios do Setor de Resíduos Sólidos”.

Em comemoração à Semana Nacional de Meio Ambiente, instituída pelo Decreto nº 86.028-27/05/1981, o TRE-ES promove uma semana de atividades em defesa da preservação do meio ambiente.

Além de palestras, a semana conta também com oficinas, visita à Marca Ambiental, exibição de filme, entre outros. Durante todo o evento, haverá um posto de coleta de garrafas pet para destinação à Fábrica de Vassouras da União dos Cegos Dom Pedro II e um posto de recolhimento de lixo eletrônico dos servidores a ser destinado para a REVERTEC, empresa que oferece soluções ambientalmente adequadas para o descarte de resíduos eletroeletrônicos.


Tereza Romero e a Comissão Permanente de Gestão Ambiental do TRE/ES

 

Empresa alemã lança “Coca-Cola orgânica”

junho 5th, 2013 by comunicacao View Comments »

A maior fabricante alemã de refrigerantes orgânicos, empresa Bionade, lançou uma versão inusitada da Coca-Cola. Apesar de não conter os mesmos ingredientes, ela possui uma composição que remete ao sabor da bebida original.
O produto não tem a cola, que é uma planta da qual se extrai o insumo que originalmente dava o sabor dos refrigerantes com esse nome, mas que também já foi substituído por uma essência artificial pela maior parte das empresas. A bebida orgânica possui uma quantidade menor de gás e 50% menos açúcar do que a bebida tradicional.
Para fazer com que a bebida lembre o sabor da Coca-Cola são colocados ingredientes como: canela, cravo, gengibre e baunilha. O resultado é que a “Cola” da Bionade remete às balinhas de Coca-Cola vendidas no Brasil.
Os refrigerantes da marca alemã contêm o gás das bebidas através de um processo natural de fermentação, semelhante ao adotado na fabricação da cerveja. A fabricante fermenta o malte e, no lugar do álcool, a composição transforma-se em outro tipo de ácido, que produz as borbulhas do refrigerante.
Antes do sabor Coca-Cola, a marca já comercializava refrigerantes orgânicos nos sabores laranja, frutas silvestres, ervas e lichia. Além da Bionade, há pelo menos mais duas empresas de refrigerantes orgânicos na Alemanha. Como no país, esse tipo de bebida é comum, ele é normalmente encontrado nas prateleiras de supermercados.

Fonte: ciclovivo.com.br