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ONG vai construir moradias de emergência com madeira certificada

O FSC (Forest Stewardship Council) e a organização TETO, que atua em comunidades carentes com o intuito de superar a situação de pobreza em países latino-americanos, selam parceria para que todas as residências construídas pela organização no Brasil sejam feitas com madeiras certificadas.“Quando um projeto social que garante direitos à moradia escolhe, em seu processo de construção, produtos que também garantem direitos sociais, ambientais e econômicos, isso é muito importante.

E essa é a força da parceria: duas formas de lutas se fortalecendo, FSC Brasil e TETO”, afirma Fabiola Zerbini, secretária do FSC Brasil. “Fecha um ciclo positivo que começa na floresta e termina num projeto de cunho social importante”.Há 20 anos promovendo o manejo florestal responsável ao redor do mundo, a empresa de certificação está, desde 2001, oficialmente, também aqui no Brasil. E apesar de ter as florestas no centro de sua missão, o sistema também é sensível às causas sociais.

O mesmo acontece com a ONG, que trabalha em conjunto com moradores e jovens voluntários para estimular a organização e a geração de soluções para os problemas da comunidade.“Melhorar a qualidade e durabilidade da moradia que construímos é um grande objetivo do TETO. Contar com parcerias como a do FSC é fundamental.

Usar madeira certificada, além de nos trazer tranquilidade sobre o meio ambiente, nos traz credibilidade e garantia de um bom trabalho com as comunidades em longo prazo”, afirma Denis Pacheco, Diretor de Construções da ONG.De abril de 2013 a agosto de 2014, praticamente todas as casas emergenciais feitas pelo TETO no Brasil usam madeira certificada. O entrave, atualmente, é a falta de fornecedores em alguns estados, como o Rio de Janeiro. Um dos gols da parceria, portanto, será ampliar essa rede e garantir 100% de casas certificadas.

Fonte: cascavilha.com.br

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Aposentado constrói casa sustentável com menos de R$ 600

O professor aposentado Michael Buck juntou diversos materiais reciclados para erguer sua própria casa, uma pequena toca segura e confortável na cidade de Oxfordshire, na Inglaterra. Na construção, o professor gastou apenas 150 libras (o equivalente a 575 reais), apostando seu tempo livre e sua criatividade para erguer a nova residência, localizada em meio a uma área verde do município britânico.

Buck tinha 59 anos quando deu início à construção, baseada numa técnica milenar denominada COB, que utiliza apenas terra, areia e palha para erguer as estruturas. Mesmo com a simplicidade dos materiais, as construções baseadas na antiga técnica são resistentes ao fogo e aos abalos sísmicos.

Antes de colocar a mão na massa para erguer a estrutura, o professor passou cerca de dois anos coletando resíduos possíveis de serem reaproveitados. Na lista de materiais, constam ripas de madeira, pedaços de ferro, vidros retirados da janela de um caminhão velho e o assoalho de um barco abandonado no quintal de seu vizinho.

Na casinha de Buck, as refeições são preparadas num fogão a lenha, que também serve de aquecedor para os ambientes durante os dias mais frios. Um rio que corre nas proximidades da residência fornece a água utilizada na casa, por meio de um sistema de encanamento convencional. Outro exemplo de arquitetura de baixos custos e com reaproveitamento de materiais é um centro comunitário autossustentável construído com garrafas plásticas, pneus e outros resíduos sólidos, que irá atender à população do Malawi, na África.

Fonte: ciclovivo.com.br

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Brasileiro cria máquina que transforma ar em água

Com a atual crise hídrica que atinge São Paulo, pessoas têm procurado cada vez mais soluções que supram a falta parcial de água em suas casas. Uma delas pode ser uma máquina criada por um engenheiro que promete transformar o ar em água.
Criada por Pedro Paulino, a Waterair produz água condensando a umidade do ar. O engenheiro explicou à Folha de S. Paulo que turbinas aspiram o ar para dentro da máquina e, então, as moléculas de água são condensadas. Em seguida, filtros e raios ultravioleta purificam a água, que também recebe sais mineirais por meio de outro filtro.

Por fim, a água, já potável, é armazenada em um reservatório. O único requisito básico para a máquina funcionar é estar ligada a uma fonte de energia elétrica. Quanto mais úmido o ambiente, mais água ela produz. Contudo, de acordo com Paulino, caso a umidade caia para menos de 10%, a máquina não funciona, para evitar o risco de deixar o local muito seco.

O sistema é o mesmo do que faz a Aozow funcionar. Trata-se de uma outra máquina, fabricada na China, que se propõe a extrair umidade do ar para fabricar água potável e chegou ao Brasil recentemente.

Procura

A Waterair está disponível em dois modelos: um que produz 30 litros por dia, com umidade relativa do ar a 80%; e o maior, que chega a 5 mil litros por dia. As duas custam R$ 7 mil e R$ 350 mil, respectivamente.
Segundo Paulino, gasta-se cerca de R$ 0,17 para fazer um litro de água. Portanto, encher uma caixa d’água de mil litros custa R$ 170. Ainda assim, a procura aumentou muito nos últimos meses, especialmente por segmentos que precisam de água potável em menor quantidade, como restaurantes e produtores de remédios.

Fonte: ecodesenvolvimento.org

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