Grupo IDEIAS lança Projeto Alimentando o Conhecimento

O capixaba vai poder doar ou retirar livros, gratuitamente, em uma ação inédita no Espírito Santo. Foram lançadas na capital, neste sábado, dia 13 de setembro, as “geladeirotecas” do projeto “Alimentando o Conhecimento”, uma proposta do Grupo IDEIAS – Sustentabilidade em Negócios.

A ação, que fez parte da programação do Viradão Cultural de Vitória 2014, consiste em transformar geladeiras em desuso em estantes com livros, onde os leitores poderão acessá-las sem controle de terceiros, levar as obras para ler e, sobretudo, doar publicações.

A iniciativa aconteceu, a princípio, no Parque Moscoso, Centro, e também no Museu do Pescador, na Ilha das Caieiras. A ideia é ampliar o projeto para outras regiões da Grande Vitória.

Os livros que serão disponibilizados foram arrecadados pela equipe de voluntários do Instituto de Desenvolvimento Integrado para Ações Sociais, do Grupo IDEIAS e teve o apoio da Prefeitura de Vitória, por meio da Secretaria de Municipal de Cultural (Semc) e da Biblioteca Municipal Adelpho Poli Monjardim.

“O objetivo é incentivar a leitura e estimular o cidadão à prática do compartilhamento de conhecimentos. A sugestão é que, ao retirar um livro, a pessoa deixe outro no local. Para isso, será colado um pequeno anúncio nas geladeirotecas: Leia um livro, solte a mente, deixe outro, me alimente”, afirma a presidente do Grupo IDEIAS, Tereza Romero. As geladeirotecas buscam também fomentar a reciclagem, a reutilização e a redução de materiais descartados no meio ambiente.

O projeto nasceu em abril de 2014, mês em que se comemora o Dia Internacional do Livro. Para marcar a data, foi realizada uma campanha, na qual colaboradores do Grupo IDEIAS foram convidados a doar livros para uma troca coletiva. A mobilização resultou em 350 unidades recolhidas. Após o processo de troca, foram contabilizados 237 livros remanescentes, os quais foram disponibilizados a partir deste sábado nas geladeirotecas.


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Carro movido à água do mar recebe autorização para circular na Alemanha

Um carro movido à água do mar (sim, é isso mesmo que você acaba de ler!) recebeu recentemente autorização para circular nas estradas e nas ruas de Munique, na Alemanha. A informação é da nanoFlowCell, fabricante que desenvolveu o sistema.

O esportivo Quant e-Sportlimousine possui uma bateria química que utiliza água do mar para gerar energia elétrica e é capaz de produzir até 920 cavalos de potência. De acordo com a montadora, o Quant e-Sportlimousine vai de zero a 100 km/h em impressionantes 2s8 e tem velocidade máxima de 378 km/h. A autonomia do veículo é de 600 quilômetros.
Apresentado no Salão de Genebra, na Suíça, em março, o veículo pesa 2.300 quilos. A abertura das portas é para cima, no estilo “asa”. O carro tem 5,25 metros de comprimento, 2,2 metros de largura e 1,35 metro de altura.

A nanoFlowCell não confirmou a data de lançamento do carro, mas deve iniciar a produção em massa. Contudo, a inovação não é para qualquer bolso. Estima-se que o veículo seja comercializado por cerca de R$ 1 milhão.

Fonte: ecodesenvolvimento.org

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Surfista cria prancha com sensor que coleta dados do mar

O surfista e engenheiro Benjamin Thompson é responsável por uma ferramenta que tornará os desbravadores das ondas em pesquisadores ambientais. Por meio de um dispositivo criado por ele, qualquer um poderá recolher importantes informações sobre a acidez dos oceanos.

Trata-se de uma quilha com sensor – espécie de barbatana -, que, acoplada à prancha, é capaz de captar dados sobre localização, temperatura, salinidade e pH do mar.
Enquanto o surfista “pega uma onda”, as informações coletadas são enviadas para um smartphone por meio da tecnologia Bluetooth, logo que ele sai da água. Batizado de SmartPhin, o aparelho pesa um pouco mais que uma quilha tradicional e ajuda a identificar os problemas causados no mar por consequência das mudanças climáticas.
Quem melhor para estudar o mar senão os que estão ali o tempo todo? Unindo pesquisa e esporte, Thompson, que mora em San Diego (EUA), coloca os surfistas na posição de ativistas ecológicos ao mesmo em que barateia os custos de implantar soluções para pesquisas nos mares.

“Esta é verdadeiramente a coleta econômica de dados. A maioria dos sensores de dados oceânicos é projetada para os cientistas. Surfistas não têm que fazer nada. É apenas uma parte da sua rotina normal, e eles se sentem bem em fazê-lo”, afirma Thompson em entrevista ao site de notícias TakePart.
O protótipo foi criado pela Boardformula, startup de Thompson, e concorre ao prêmio de melhor sensor marinho.

Fonte: ciclovivo.com.br

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Não descarte remédios no lixo nem no vaso

Ao ser descartado no lixo comum, o remédio vencido é enviado a aterros sanitários ou lixões e, além de correr o risco de ser consumido por crianças ou adultos catadores de recicláveis, o produto se transforma no chorume, que penetra no solo e contamina os lençóis freáticos.

Já quando o medicamento é jogado no vaso sanitário, este se transforma em uma mancha tóxica que atinge a rede de esgoto e, através do tratamento para virar água potável, volta ao consumo humano ou é jogado no mar, onde causa a feminilização dos peixes.
Assim, a melhor forma de se livrar daquele remédio vencido ou que não vai mais ser utilizado é levando-os ao posto de coleta mais próximo.

Caso sua cidade não possua um, o ideal é encontrar uma farmácia ou uma unidade de saúde que aceite os remédios, para descartá-lo adequadamente junto ao lixo hospital – que vai para aterros especiais.

Fonte: ecodesenvolvimento.org

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