Designer holandês cria geladeira que funciona sem energia elétrica

Foto:Divulgação

A geladeira é um dos eletrodomésticos que mais consomem energia elétrica. O consumidor paga um preço salgado para manter seus alimentos frescos. Já pensou que bom seria uma geladeira que não consumisse energia elétrica?

Pois essa geladeira existe! A Groundfridge foi criada pelo designer holandês Floris Schoopenderbeek. A temperatura no interior da geladeira feita para ser usada no subsolo é regulada pela temperatura do próprio solo, que varia entre 7ºC e 15ºC, durante o ano todo.

A Groundfridge usa uma tecnologia similar a usada pelos antigos meios de conservação de alimentos. Segundo Floris, a geladeira é “um meio para cidadãos de um mundo novo que querem lidar com sua comida de forma autônoma e independente”.

Ela ganhou o prêmio Ductch Design Awards 2015, um dos principais prêmios de design do mundo. Além de diminuir os gastos na conta de energia elétrica, a Groundfridge é uma alternativa para pessoas que vivem em lugares onde sequer existe energia elétrica.

Fonte: Razões para Acreditar

 

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CRELUZ realiza capacitação dos educadores do Projeto “Ligado nas Escolas”

Nos dias 17 e 18 de agosto, a CRELUZ realizou a capacitação dos professores das redes municipal e estadual de ensino dos 09 municípios contemplados pelo projeto educacional “Ligado nas Escolas”. Os encontros aconteceram das 08h30 às 17h30 na Fundaluz, Pinhal, Rio Grande do Sul, com duração de 08 horas diárias.

O treinamento foi realizado pelo Sr. Roberto Carlos, Engenheiro Eletricista e Técnico em Eletrotécnica certificado pela Eletrobras para a condução de cursos de capacitação que utilizam como base a metodologia PROCEL Educação.

Participaram da capacitação 75 professores, orientadores, pedagogos e diretores, além das equipes técnicas da CRELUZ e do Ideias Empreendimentos Sustentáveis, empresa do Grupo IDEIAS.

O “Ligado nas Escolas” visa promover o uso racional e seguro da eletricidade, beneficiando um número estimado de 7.000 alunos até fevereiro de 2017.

 

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Cidade mais poluída dos EUA hoje é exemplo em sustentabilidade

Foto:Emmerson/Flickr

Chattanooga, no Tennessee, já foi uma das cidades mais poluídas dos Estados Unidos. Na década de 60, a situação era tão grave que os motoristas eram obrigados a trafegar com os faróis acesos devido à densa camada de poluição atmosférica que cobria o município. Após anos de esforços para transformar este cenário, hoje a cidade está entre as 15 metrópoles norte-americanas com melhor qualidade do ar.

A mudança foi consequência de muito trabalho durante anos. O primeiro grande esforço foi a mudança na frota de ônibus coletivos, com a troca dos tradicionais por veículos elétricos, livre da emissão dos gases de efeito estufa. Hoje a cidade tem uma das melhores coberturas em transporte público do país, com opções gratuitas que carregam, anualmente, milhões de passageiros.

Desde 2012 Chattanooga tem um sistema de compartilhamento de bicicletas. O programa oferece 33 estações de empréstimo, equipadas com mais de 300 bicicletas, disponíveis durante 24 horas por dia, nos 365 dias do ano. Neste ano a cidade ainda deve inaugurar um modelo semelhante ao das bikes, mas para o empréstimo de carros elétricos.

Conforme artigo publicado no site Good, além das soluções em mobilidade, uma decisão na área da indústria foi fundamental para a mudança na cidade: o fechamento de mais de cinco usinas de carvão localizadas em Chattanooga e região. Hoje não são mais as fábricas ou indústrias as principais emissoras de poluentes na área. São os carros, um problema, teoricamente, mais simples de ser resolvido, com a inserção de modelos elétricos e híbridos.

Hoje, a paisagem, que antes estava escondida em meio à uma neblina de poluição, ganhou de volta o seu esplendor original. Colinas, vales e rios atraem turistas e novos negócios sustentáveis para a cidade que virou símbolo de recuperação ambiental em todo o país.

Fonte: Ciclo Vivo

 

 

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Lodo do esgoto de SP poderá ser usado para gerar energia

O lodo nada mais é que uma mistura de substâncias que possuem minerais, colóides e material orgânico decomposto, gerada durante o tratamento de águas residuárias nas Estações de Esgoto e muito valiosa por sua quantidade de materiais orgânicos.

Pensando em utilizar esse lodo de uma forma útil e reduzir os problemas ambientes, a Companhia Básica do Estado de São Paulo (Sabesp) lançou um edital para o desenvolvimento de um sistema que transformará o lodo acumulado em energia, através do biogás.

Esse projeto tem o intuito de gerar uma energia mais limpa, em forma de resposta à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Para a Sabesp, mesmo o lodo representando uma média de 2% do volume total do esgoto tratado e estar cada vez mais distante dos grandes centros, faz com que as empresas repensem em algumas soluções para reciclagem desse tipo de substância.

Esse sistema visa aproveitar o que há de melhor no lodo, para assim, diminuir os custos e os impactos ambientais.

Por enquanto, o projeto vai ser construído apenas na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Barueri, por meio de um contrato de concessão de 30 anos, onde serão ministradas 500 toneladas de lodo por dia. Essa estação trata mais de 20 milhões de litros de esgoto por mês de 4,4 milhões de pessoas da região, incluindo uma parte da capital.

A Sabesp vai entrar com o lodo e o biogás gerados na ETE e a empresa escolhida vai entrar com a tecnologia para gerar energia limpa térmica e elétrica. Por meio da biodigestão o material será convertido em lodo seco, conservando os digestores da companhia juntamente com o aproveitamento do biogás excessivo para produção de energia elétrica.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Paulo Massato, diretor metropolitano da estatal, ressaltou que os aterros sanitários estão se esgotando, por isso foi necessário buscar a melhor tecnologia disponível no mundo para usar o lodo e o biogás para gerar energia.

Segundo a Sabesp os resíduos acumulados durante o processo serão de total responsabilidade da empresa que vencer o edital, prevendo que nos primeiros cinco anos de concessão deverão ser gerados 5 megawatts de energia e 10 megawatts no sexto ano. Essa quantidade de energia é suficiente para abastecer de 60% a 75% o consumo de energia.

Fonte: Pensamento Verde

 

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