Dupla alemã cria mercado baseado no conceito de lixo zero

Ao entrarmos em um supermercado, somos bombardeados por diversas cores e formas das embalagens dos produtos. Essas embalagens costumam ter poucas funções. Após servirem para o armazenamento do alimento da fábrica até a casa do consumidor, elas acabam indo parar no lixo. Tem jeito de mudar isso?

As campanhas de conscientização existem e estão crescendo, mas Sarah Wolf e Milena Glimbovski pensaram em uma forma mais rápida e prática de evitar desperdício. Trata-se do Original Unverpakt, um mercado diferente baseado no conceito de lixo zero – ou seja, redução, reutilização e reciclagem de materiais são levadas às últimas consequências na loja, financiada via de forma coletiva e também com aportes privados.

Localizado em Berlim, na Alemanha, o mercado tem como diferencial o fato de que seus produtos não são vendidos em caixas ou sacos plásticos convencionais. O próprio cliente leva seu recipiente para ser pesado na loja e transportado para casa. Caso o usuário tenha visitado a loja sem premeditar a ação e não esteja com um recipiente em mãos, o mercado fornece potes de vidro ou sacos de papel reciclado.

Para reduzir o custo de energia e transporte, diminuindo emissões de carbono, os produtos vendidos vêm, em sua maioria, de agricultores locais. Apesar de ser uma ideia não tão nova assim, já que a prática era comum nos antigos armazéns, pode ser que a tendência mais sustentável volte a ganhar força (e sem perder a higiene)

Fonte: Ecycle

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Água do Sistema Cantareira pode acabar em março

O estado de São Paulo passa por uma das piores crises hídricas na história. Na capital paulista, o Cantareira, um dos principais sistemas de abastecimento trabalha em capacidade mínima e, segundo pesquisadores, ele pode secar já em março deste ano.

A projeção foi divulgada no G1 e feita pela hidróloga Luz Adriana Cuartas, do Centro Nacional de Monitoramento. Segundo a especialista, se a chuva neste verão for 10% da média histórica, a água do Sistema Cantareira secará em março. Caso as chuvas se mantenham na mesma média de dezembro, a água acabará em junho.

Para chegar a essas estimativas, Luz considerou o volume de captação atual do sistema para o abastecimento da cidade. A retirada tem sido cada vez menor. Em março de 2014 a Agência Nacional de Águas determinou a redução de 33 mil para 27,9 mil litros de água por segundo. Nesta semana, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), já retirava apenas 16 mil litros por segundo.

Em entrevista ao SPTV, o presidente da Sabesp, Jerson Kelman, confirmou o aviso da pesquisadora. “É possível que sim [seque em março]. Se continuar assim, é possível. Por isso que nós estamos fechando. Você tem que ir fechando as torneiras”, explicou ele.

Mesmo com os temporais que atingiram a cidade nas últimas semanas, isso ainda não foi suficiente. A explicação dos meteorologistas é de que as chuvas ideais para recuperar os mananciais são formadas por frentes frias ou corredores de umidade que saem da Amazônia e vão em direção à região Sudeste. No entanto, elas não têm chegado a São Paulo devido a um bloqueio atmosférico. Ainda não é possível prever os níveis de precipitação para os próximos meses.

Fonte: Redação CicloVivo

 

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Open house: a casa que se transforma em um teatro ao ar livre

O artista Matthew Mazzotta, especialista em intervenções comunitárias colaborativas, em parceria com o Centro de Artes Coleman, inovou na construção de um espaço público para a comunidade de York, na Pensilvânia, Estados Unidos.

York é uma pequena cidade localizada a sudoeste de Birminghan. Conhecida pela grande quantidade de edificações abandonadas, a cidade, mesmo com esses espaços ociosos, sofre com a falta de locais públicos acessíveis. Aproveitando o lote e os materiais de uma antiga casa abandonada, foi possível criar a Open House (Casa aberta, em tradução livre), um teatro ao ar livre dobrável e com a aparência de uma casa local.

A Open House fica situada no coração da cidade e tem capacidade para receber até 100 pessoas. O teatro funciona como um grande centro de apresentações de artistas locais e ponto de encontro para os moradores que, por meio de espetáculos de dança, shows de música gratuitos e apresentações de filmes, interagem no espaço público. “A grande beleza do projeto é poder fornecer a estrutura e as pessoas se apropriarem do espaço. Quando você olha para as pessoas dançando, você pensa: isso costumava ser um terreno abandonado.” diz Mazzotta.

Um ponto interessante do projeto de Mazzotta é o método utilizado para sua construção. A partir de materiais existentes e contando com a ajuda de artesãos locais e os esforços de voluntários da própria comunidade, foi possível finalizar a construção da Open House em sete meses. Além disso, a estrutura do teatro é dobrável e modifica sua forma parecendo apenas uma residência comum quando fechada. Com o auxílio de três pessoas é possível abri-la. Em pouco tempo, os diversos assentos aparecem.

Fonte: ecycle.com.br

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Holanda projeta bike inteligente para reduzir acidentes com idosos

O principal diferencial da bike é o fato de ser equipada com câmeras e sensores de movimento, que informam ao ciclista a presença de um obstáculo à frente ou a proximidade de outro veículo por trás. Os dispositivos são conectados através de um computador de bordo com um sistema de vibração, que faz o guidão da bicicleta tremer para alertar sobre o perigo.

Além disso, o equipamento pode ser conectado a um tablet, para que outras informações do percurso sejam armazenadas e disponibilizadas. A tela do dispositivo também pode ser usada como alerta extra, apresentando um sinal luminoso quando detectar o obstáculo.A tecnologia foi pensada para facilitar o uso da bicicleta como meio de transporte e tornar as pedaladas mais seguras, principalmente para idosos, que possuem menos reflexos. De acordo com a reportagem publicada na Discovery internacional, 67% dos acidentes registrados em 2013 envolvendo ciclistas na Holanda tiveram idosos como vítimas.

“Mais e mais pessoas idosas estão usando a bicicleta, não apenas para curtas distâncias, mas também para distâncias mais longas”, explicou a ministra de Ambiente e Infraestrutura, Melanie Schultz, em declaração à agência AFP. Uma curiosidade sobre a Holanda é o fato de o país ter mais bicicletas do que pessoas.A expectativa é de que a bike inteligente esteja disponível comercialmente em até dois anos e o preço deve variar de 1.700 a 3.200 euros, com uma possível versão elétrica.

Fonte: greennation.com.br

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